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INTERCÂMBIO DE HIGH SCHOOL OU CURSO DE IDIOMA?

Fazer um intercâmbio é muito mais do que embarcar em uma viagem de férias para conhecer os pontos turísticos de um lugar. O intercâmbio promove uma real imersão cultural, fazendo com que o estudante tenha a oportunidade de expandir seus horizontes através do desenvolvimento pessoal e profissional.

Existem vários programas de intercâmbio e identificar qual deles irá corresponder aos objetivos de cada estudante, é um dos passos mais importantes. High school e curso de idioma são algumas das opções mais procuradas pelos brasileiros, e neste post vou explicar quais são as diferenças entre esses dois tipos de intercâmbio e quais são os requisitos que devem ser levados em conta no momento da escolha.

High school

High school é o mais tradicional programa de intercâmbio e proporciona ao aluno a oportunidade de estudar parte do ensino médio em uma escola regular no exterior, morar com uma família nativa e estar totalmente em contato com os aspectos culturais do país escolhido.

Requisitos

Para participar do programa de high school, é necessário que o aluno tenha entre 15 a 18 anos (podendo variar de acordo com as regras de cada país), estar cursando o ensino médio no Brasil, e ter pelo menos conhecimento intermediário de inglês ou do idioma do país escolhido. Embora o desenvolvimento das habilidades linguísticas seja parte da experiência devido ao contato diário com a língua, vale lembrar que o aluno não irá estudar somente o idioma local, mas sim estudar matérias regulares do ensino médio em uma escola particular ou pública, com estudantes e professores nativos.

Duração

Os estudantes podem cursar um semestre ou um ano letivo do ensino médio no exterior, mas dependendo do país e da disponibilidade do aluno, o tempo estimado pode variar.

Dica: Fique atento ao início do ano letivo do país onde pretende estudar, pois dependendo do lugar, o ano escolar não começa nas primeiras semanas de fevereiro como no Brasil.

Hospedagem

A opção mais tradicional e a melhor forma de imersão cultural é a hospedagem em casa de família. As famílias são rigorosamente selecionadas e oferecem aos alunos um ambiente totalmente acolhedor, tornando-os de certa forma parte da família, pois assumem algumas das responsabilidades que uma família tem com seus filhos. Cada host family tem um estilo de vida, e o grande segredo para um bom convívio é ser flexível e tolerante às diferenças.

Outra opção de hospedagem são residências estudantis, geralmente disponíveis em escolas particulares em alguns países. Essa é uma ótima opção para aqueles que querem ter uma experiência mais acadêmica e conhecer estudantes de vários lugares do mundo.

Considerações

A inscrição para o programa de high school é algo bastante complexo, pois exige o preenchimento detalhado de um application, vários documentos (pessoais e escolares), visto, exames médicos e outros detalhes, portanto, o ideal é entrar em contato com uma agência de intercâmbio, aproximadamente um ano antes da data desejada para o embarque.

Curso de idioma

Curso de idioma é a opção perfeita para aqueles que pretendem aprender ou aprimorar um idioma e ao mesmo tempo explorar as diversas atrações disponíveis na cidade escolhida.

Os alunos que participam deste programa estudam em escolas específicas de inglês (ou do idioma desejado) para estrangeiros, e têm a oportunidade de interagir com pessoas de todas as partes do mundo. As escolas estão aptas a receber estudantes com diferentes níveis de conhecimento da língua – do iniciante ao avançado, incluindo cursos específicos para testes de proficiência.

Dica: quer saber como é estudar na ELS Language Centers – Manhattan e na EC English – Toronto? Eu estudei inglês nessas duas escolas e escrevi dois posts contando em detalhes como é o método de ensino de cada uma delas. Clique nos links abaixo para conferir.

ELS Language Centers – Manhattan

EC English – Toronto

Requisitos

Geralmente a idade mínima para este programa é de 16 anos, mas diferentemente do high school, não existe um limite máximo de idade para fazer um curso de idioma no exterior, desmistificando aquela história de que intercâmbio é coisa de adolescente.

É importante que o aluno tenha maturidade e flexibilidade para lidar com as inúmeras diferenças culturais.

Duração

Uma grande vantagem deste programa é sem dúvida a flexibilidade, pois os cursos podem ter duração de duas semanas até um ano, dependendo da disponibilidade de cada pessoa. Além disso, as escolas recebem novos alunos toda semana ou todo mês em qualquer época do ano.

Dica: muitas agências organizam viagens de estudo e lazer para grupos de adolescentes durante as férias escolares. Os programas geralmente incluem acompanhamento de guias especializados e atividades direcionadas à prática do idioma, diversão e cultura.

Hospedagem

Os dois tipos de hospedagem são: casa de família e residência estudantil. Eu escrevi um post bem detalhado explicando como essas duas opções de acomodação funcionam para estudantes de curso de idioma no exterior. Clique aqui para saber mais.

Considerações

Principalmente para adolescentes que pretendem cursar o ensino médio ou até mesmo fazer faculdade no exterior, o intercâmbio de curso de idioma pode servir como um preparatório para futuras experiências.

Estar inserido em uma cultura diferente expande a nossa consciência e as nossas perspectivas, pois aprendemos a nos comunicar e a compreender o mundo, tornando-nos assim cidadãos globais.

10 LIÇÕES E ALGUNS DESTINOS

Dias atrás eu estava tentando listar mentalmente, alguns legados que passei a carregar comigo depois de visitar certos lugares e viver experiências culturais. Resolvi então reunir todos esses pensamentos em um texto, pois assim eu consigo sistematizar minhas ideias. Vamos começar?

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1 – Acho que o primeiro grande aprendizado que tirei de uma viagem, foi durante um cruzeiro que fiz em Janeiro de 2011, cujo roteiro incluía visitar Buenos Aires e Punta Del Este. Essa foi a primeira vez que viajei para fora do país e além de conhecer lugares, pude também conhecer diversas culturas, pois os tripulantes vinham de todas as partes do mundo e falavam qualquer idioma, menos Português. Foi durante essa viagem que eu percebi que existia um mundo gigante fora da minha bolha e que não seria uma má ideia começar a explorá-lo aos pouquinhos.

2 –  Em Boston eu entendi a importância das coisas mais simples da vida. O café da tarde na casa dos meus avós. O almoço de domingo em família. As conversas com os amigos. A presença física dos meus pais em todos os momentos, mas principalmente nas horas de aperto. Um abraço acolhedor e uma mão para segurar quando a estrada estivesse escorregadia… Sempre me considerei uma pessoa independente sentimentalmente falando, mas foi longe disso tudo, que me descobri muito mais apegada do que pensava.

3 –  Em Nova York eu aprendi que tudo bem se os meus planos iniciais tomarem rumos diferentes ao longo do tempo. Não tem como planejar minuciosamente o futuro, me privar de correr riscos e não me deparar com o inusitado em alguns momentos. Foi justamente o inusitado que me fez enxergar tudo a minha volta com olhos curiosos e dispostos a seguir em frente sem muito medo do mundo. Sem medo de sonhar alto.

4 – Ainda em Nova York, eu aprendi que pode ser que os meus sonhos me levem para longe das pessoas que mais amo na vida, porém, não existe distância para a  veracidade dos sentimentos que nos unem. O meu porto seguro sempre estará no meu coração.

5 – Londres me ensinou que quem converte é prevenido e pode se divertir muito! Viajar através dos meus próprios recursos, administrar os meus gastos respeitando a minha realidade e ao mesmo tempo viver experiências e conhecer lugares de tirar o fôlego, me fez entender que não existe limite para realizar sonhos.

6 – O meu único dia em Oxford me fez reconhecer que enfrentar os perrengues com uma galera torna a viagem ainda mais especial. A tempestade que enfrentamos na fila de entrada para o Christ Church University (um dos colleges da Universidade de Oxford), leva o título de um dos momentos mais bizarros de toda a viagem. Essa se tornou uma história muito nossa e somente nós conseguimos chorar de tanto rir do nosso desespero.

7 –  Eu aprendi muitas coisas  relacionadas aos aspectos culturais presentes no dia a dia da capital francesa, inclusive compilei todos esses aprendizados em um post – clique aqui para conferir. No geral, eu aprendi com os parisienses que não é obrigatório, porém simpático por parte dos turistas, ter na ponta da língua pelo menos o básico do vocabulário local e aplicá-lo vez ou outra em conversas aleatórias com os nativos.

8 – Em Amsterdam, a tolerância em questões como drogas, sexo, religião e liberdades individuais quebra tabus, fazendo com que assuntos de relevância social se integrem naturalmente à cultura da capital holandesa. Sendo assim, aprendi que a evolução humana na prática, é a capacidade que temos de conviver com as infinitas verdades de maneira flexível e cristalina.

9 – Em Toronto eu percebi que sozinha ou em grupo, tanto faz, contanto que eu viaje e viva experiências longe da minha zona de conforto. Eu tive muita convicção do meu desejo incontrolável de ir – para qualquer lugar, mas ir, explorar, experimentar, ver com os meus próprios olhos, aprender e viver.

10 – Por fim, reservo este espaço para todas as experiências que ainda não tive, todos os lugares que ainda não visitei, todas as pessoas que ainda não encontrei e todas as lições que ainda não aprendi. E que isso seja apenas uma questão de tempo…

CASA DE FAMÍLIA OU RESIDÊNCIA ESTUDANTIL – QUAL TIPO DE ACOMODAÇÃO ESCOLHER DURANTE O INTERCÂMBIO?

Ohh dúvida cruel

O tipo de acomodação/hospedagem a ser escolhida durante um programa de intercâmbio é uma das decisões mais importantes. Geralmente os dois tipos de acomodação oferecidos para programas de estudo no exterior são: Casa de Família e Residência Estudantil. Ambas oferecem uma vasta troca cultural, mas é fundamental que o estudante entenda as principais diferenças entre uma e outra e saiba identificar qual opção melhor condiz com o seu estilo e com seus objetivos durante a viagem.  

CASA DE FAMÍLIA (HOMESTAY)

A opção homestay consiste em famílias nativas ou de imigrantes (que tenham o idioma local como o principal), que estejam dispostas a receber estudantes de outros países. O recrutamento dessas famílias é de responsabilidade do departamento de acomodação das escolas de idioma, e não das agências de intercâmbio. Existe todo um processo de seleção e preparação das famílias, portanto, somente aquelas que se adequam às exigências elencadas pelas escolas (limpeza, cordialidade, conforto, perfil psicológico), estão aptas a receber os alunos.

É de suma importância lembrar que uma família não é necessariamente composta por uma mãe, um pai, dois filhos e um poodle. Contanto que a família esteja de acordo com os pré-requisitos das escolas, os estudantes podem sim ser recebidos por um casal de idosos, mães ou pais solteiros, entre outras possibilidades. Outro detalhe importante é que na maioria das vezes, as casas estão localizadas em áreas mais distantes da parte central da cidade e até mesmo das escolas.

Uma vez que o aluno decide se hospedar em casa de família, o mesmo recebe um application, que deve ser preenchido com algumas informações pessoais solicitadas. Neste application, o estudante informa se ele apresenta algum tipo de alergia, restrição ou intolerância alimentar, se faz uso de algum tipo de medicamento controlado, entre outras informações…

Geralmente a opção hospedagem em casa de família inclui duas refeições (café da manhã e jantar), quarto individual e banheiro compartilhado ou não. Cada família apresenta um estilo de vida com regras e hábitos que certamente serão diferentes dos seus. Tudo isso é explicado pelos anfitriões logo no primeiro dia. Caso haja problemas reais de convivência, o departamento de acomodação da escola deve ser notificado, desta forma, os responsáveis irão tomar as devidas providências.

A imersão cultural é fantástica e os alunos têm a oportunidade de entender como é a vida de um local na íntegra. Mas é importante ressaltar que os hosts não têm a obrigação de tratar seus intercambistas como membro da família e muito menos satisfazer certas vontades. Tenha em mente que você está alugando um quarto na casa de alguém e o bom senso sempre abre portas para um bom relacionamento.

PS: Para facilitar a aproximação entre estudantes e anfitriões, é interessante, porém não obrigatório, que os intercambistas presenteiem seus hosts com alguma lembrancinha (chaveiros, por exemplo), demonstrando assim cordialidade e gratidão. Outra dica legal, é preparar algum prato típico do Brasil… Não precisa ser nada muito incrível. Os gringos amam o nosso tradicional brigadeiro! 

RESIDÊNCIA ESTUDANTIL

As residências estudantis podem ser definidas como repúblicas ~ completamente diferentes das repúblicas universitárias conhecidas no Brasil ~ e geralmente têm parcerias com várias escolas e universidades. Apesar de ser uma opção de acomodação mais ‘descolada’, as residências são administradas como se fossem hotéis mesmo e a segurança é extremamente eficaz 24 horas por dia.

As comodidades variam muito de residência para residência, mas em geral, o estudante pode escolher entre compartilhar ou não quarto e banheiro com um ou mais intercambistas do mesmo sexo e nacionalidades diferentes. Geralmente as residências não disponibilizam nenhum tipo de alimentação, porém, oferecem serviço de quarto uma vez por semana (na maioria das vezes), cozinha, lavanderia e área de lazer compartilhadas. Além disso, as studenthouses costumam ser mais centralizadas e próximas às escolas e universidades.

Devido à interação com pessoas de vários lugares do mundo e até mesmo com nativos, a troca cultural é inevitável e além disso, o aluno também pratica o idioma local a todo momento, afinal, todos estão ali com o objetivo de aprender ou aprimorar uma língua.

PS: Brasileiros estão por todas as partes, portanto, cuidado para não ficar na zona de conforto e interagir somente com pessoas da sua nacionalidade. Permita-se conhecer outros estilos de vida.

 

Independente de qual acomodação escolher, tenha em mente que ser flexível e estar aberto a novas relações, enriquece ainda mais a experiência cultural. Abra a sua mente! QUER MAIS DICAS? NESTE POST EU SELECIONEI SEIS COISAS QUE TODO INTERCAMBISTA PRECISA SABER, CLIQUE AQUI E CONFIRA!

PS: Obrigada a queridíssima Natália Ferrari, gerente da agência de intercâmbio Intercultural em Dourados, MS, que gentilmente revisou este post antes de ser publicado. Nada melhor do que receber um help de uma expert em todos os assuntos relacionados a esse universo chamado intercâmbio, não é mesmo? 

COMO É ESTUDAR INGLÊS NA EC ENGLISH – TORONTO… ?

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A EC English é uma escola relativamente nova, pois sua primeira unidade foi fundada em 1991 em Malta. Atualmente atua em cinco países – Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Malta e África do Sul. As escolas estão localizadas em cidades totalmente emblemáticas e nos fazem sentir o verdadeiro prazer de estudar o idioma – Inglês ou Francês.

Importante ressaltar que a EC encontra-se também em Montreal, cidade bilíngue do Canadá, onde a língua francesa se sobressai no dia a dia dos locais. Por essa razão, os alunos podem optar pelo English and French Bilingual Programme. Esse programa permite o aprendizado dos dois idiomas ao mesmo tempo… Incrível né?

Passei um mês estudando na EC em Toronto e no post de hoje vou descrever minha experiência e impressões a respeito da escola. Localizada na Eglinton Ave West a EC é extremamente aconchegante e é impossível não se sentir em casa já logo no primeiro dia.

Primeiro dia de aula na EC English Toronto

No primeiro dia de ”aula” que na realidade nem é aula, todos os newcomers são submetidos a um teste de nivelamento. Em um primeiro momento os teachers recebem os estudantes com uma breve conversa, abordando alguns assuntos relacionados aos interesses de cada um no idioma. Na realidade esse é o speaking test, que é tão espontâneo que de fato parece uma simples conversa. Logo após, são realizados mais três testes: reading, listening e writing.

Com o objetivo de promover um momento de descontração após os testes, a escola oferece um coffee break, possibilitando a interação entre staff e students. Logo após, acontece o welcome talk para a apresentação de algumas informações sobre as aulas, a escola, atividades extras e lifestyle em Toronto.

Ainda no primeiro dia rola um walking tour para apresentar as atrações próximas à escola. Após o almoço, os alunos retornam para receberem o schedule de aulas (core A ou B) e o número da sala. A EC apresenta oito níveis de ensino e os alunos são posicionados de acordo com o grau de conhecimento apresentado no teste de nivelamento.

Cronograma de aulas

Independente da carga horária escolhida, todos os alunos terão aulas no período matutino e vespertino em dias alternados. (Ex: segunda de manhã, terça à tarde…) Para alunos que cursam o programa semi-intensivo, acrescenta-se uma hora e trinta minutos de aulas alternativas de acordo com cada nível. Essas aulas são chamadas ‘elective classes’.

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Algo que me chamou bastante atenção é que a EC oferece também free classes todos os dias e um plano de aula é exposto no mural informando horários, salas e temas a serem abordados. Ou seja, não tem desculpa para não aprender, certo?

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Aulas, professores e alguns detalhes

A EC oferece um ambiente bem moderninho com lousa digital em todas as salas. As aulas são dinâmicas e descontraídas, tendo como meta o desenvolvimento do speaking – habilidade de conduzir uma conversa sobre qualquer assunto. A cada seis semanas todos os alunos realizam um teste e dependendo do desempenho, podem ‘level up’ – mudar de nível.

Toda semana acontece o ‘reading circle’. Os professores entregam parte de uma história (respeitando o nível de cada sala) e uma “tarefa” a ser realizada. Cada aluno recebe uma missão diferente, por exemplo: resumir a história, comparar com fatos reais, discutir o significado de vocabulário desconhecido e por aí vai… A história deve ser lida com antecedência e em sala rola uma discussão a respeito. É trabalhoso, mas extremamente enriquecedor!

Todos os professores são qualificados pelo CELTA, que nada mais é que um exame internacional específico para professores de língua inglesa. Devido ao fato de Toronto ser uma cidade multicultural, grande parte do corpo docente não é de origem canadense e alguns até estudaram na própria EC e construíram carreira lá mesmo.

A EC apresenta uma atmosfera superdescontraída e a relação entre staff e alunos é geralmente bem amigável. Essa escola disponibiliza também vários cursos, como: Inglês geral, Inglês para negócios, preparatórios para exames e muitos outros… Clique aqui para saber mais.

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Não é novidade para ninguém que o Inglês abre portas e atualmente é um pré-requisito para admissão em qualquer área. Quando estudamos em outro país, encontramos pessoas de todos os lugares do mundo e isso nos permite entender que através do idioma podemos encurtar distâncias e a EC está de portas abertas para ajudar no que for preciso.

PS: A EC foi a minha segunda experiência de estudar Inglês no exterior. Meu primeiro contato com uma escola para estrangeiros foi com a ELS Language Centers em Nova York. Quer saber como foi? ENTÃO CLIQUE AQUI!!!

 

O LUGAR DESENHA A HISTÓRIA…

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Localizada na província de Ontário no Canadá e com cerca de cinco milhões de habitantes, Toronto é a capital financeira e industrial do país e a quarta maior cidade da América do Norte. Na língua indígena, Toronto significa ‘PONTO DE ENCONTRO. ’  – que marca a história de aproximadamente 80 grupos étnicos em um dos lugares mais multiculturais do mundo. Isso é no mínimo fascinante, não é mesmo? Além disso, atualmente é uma das cidades que mais recebem estudantes estrangeiros, pois abriga as principais universidades e escolas de Inglês do Canadá – o que a torna ainda mais cosmopolita.

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Toronto é uma cidade de concreto e aço, com vários arranha-céus imponentes e centros empresariais, ou seja, é uma ‘cidade de negócios’. Isso tudo resume o modernismo predominante por lá. Em contrapartida, é surpreendente ver que na realidade Toronto nos oferece um pouco de todos os mundos. Natureza, urbanização, arte e cultura ao mesmo tempo. Não há o que duvidar, é uma cidade que deve ser apreciada sem pressa.

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Entre um arranha-céu e outro, surgem parques, praças e lindas praias com banquinhos, carros vendendo o melhor sorvete do mundo e pessoas caminhando com seus cachorros, ou até mesmo correndo para manter a forma… Se os bares e pubs ao longo na Queen street são o ponto principal da vida noturna de Toronto, os festivais culturais são a marca do verão Torontoniano.

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Cerveja sem glúten.
PS: Sabe-se que a Queen street é famosa por apresentar os maiores agitos da vida noturna, bem como ótimos restaurantes e cafés, mas, nunca descarte a possibilidade de explorar áreas que fogem do óbvio, pois garanto que você irá se impressionar com as descobertas aleatórias…

É inspirador se deparar com uma certa CN  Tower entre os prédios, que por sinal, faz jus ao título de cartão postal de Toronto. A Casa Loma é o castelo dos sonhos de qualquer um, mas o caminho que percorremos para chegar até lá é detalhadamente perfeito. As Ilhas são providenciais para um rolê de bike e um piquenique com os amigos em um Sábado ensolarado, e o skyline de Toronto é uma consequência sensacional do passeio. O High Park é o maior parque de Toronto e é o lugar ideal para recarregar todas as baterias e seguir em frente.

Toronto é uma das melhores cidades para se viver atualmente e a qualidade de vida se faz presente em todas as partes… Incrivelmente limpa, segura, transporte público eficiente e extrema cordialidade por parte dos locais. Pronto, alcançou a perfeição!

A educação, receptividade e a cordialidade dos Torontonianos é algo completamente à parte. A fim de acolher os visitantes da melhor maneira possível, os locais demonstram uma satisfação absurda em ajudar sem receber nada em troca. É possível perceber sinceridade em grande parte das boas intenções.

A imagem abaixo é autoexplicativa. A grande diversidade étnica, artística e cultural da maior cidade do Canadá oferece um dinamismo proporcional e deixa claro aos seus visitantes que não há espaço algum para o tédio. Fiquei um mês em Toronto e a história que vivi nesse lugar me fez voltar para casa com um sentimento de que “QUERIA TER FICADO MAIS…”

115Quer ver mais imagens? Clique no vídeo abaixo e ENJOY!!!!!