THE GREENWICH MERIDIAN LINE – UM PÉ NO ORIENTE E O OUTRO NO OCIDENTE, QUE TAL?

Meridiano de Greenwich, linha imaginária, oriente e ocidente, longitude, fuso horário, leste e oeste… Quem nunca viajou na imaginação durante essa aula de Geografia não é mesmo?

Greenwich é um distrito, localizado na região sudeste de Londres às margens do Rio Tâmisa. O local se tornou um landmark, pois é lá que se encontra um dos pontos geográficos mais importantes do mundo, o Meridiano de Greenwich, que foi criado por astrônomos britânicos, com a finalidade de padronizar a longitude do planeta Terra dividindo-o em Oriente e Ocidente.

Para quem pretende visitar a Terra da Rainha, uma ótima dica de passeio, é dar uma esticadinha até Greenwich. O lugar reserva várias atrações relacionadas à Marinha Britânica e à astronomia, mas o grande atrativo mesmo, é o famoso Meridiano Terrestre que dividiu o planeta e serviu como cálculo de fuso horário para o mundo todo.

Existem várias maneiras de chegar a Greenwich, mas a mais incrível delas é de barco. Eu disse incrível, pois a ida até lá já rende um belo passeio com direito a uma vista privilegiada de vários pontos turísticos de Londres. Confesso que quando fiz o passeio, não tinha muita noção de localização e pontos específicos para o acesso ao transporte, mas depois de um google rápido, descobri que é possível encontrar barcos que transportam tanto locais quanto turistas em vários piers da cidade, basta acessar o site e conferir qual deles pode ser mais compatível com a sua localização.

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Existem outras maneiras de ir até Greenwich, mas posso falar com propriedade mesmo, apenas do transporte que eu utilizei, que no caso foi o aquático. Com o tempo bacana, o passeio de barco é o mais indicado, pois como já disse anteriormente, os turistas têm uma vista espetacular dos ícones que marcam a história de Londres mundo afora, como a London Eye, Tower Bridge, Shard, Parlamento, Big Ben, entre outros… E tudo isso em um prisma bem peculiar – navegando sobre o Rio Tâmisa, que por si só já é um ponto histórico da capital inglesa. O passeio até Greenwich dura em torno de 35 minutos a partir do píer da London Eye em Westminster… É um passeio agradabilíssimo e vale muito a pena!

passeio de barco

Ao chegar no píer de Greenwich, a primeira atração do local é o Cutty Sark, um exemplar de um veleiro Inglês. Logo depois, encontramos um edifício que pertence ao complexo do Old Royal Naval College, que funciona basicamente como um centro de exposição que traz curiosidades sobre a história local de forma lúdica e dinâmica. Logo depois, é possível avistar uma imensa área verde cercada por grades, o Greenwich Park, que é considerado o parque cercado mais antigo de Londres e é uma ótima opção para um piquenique no verão…

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Grupo Holiday Winter 2014
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Grupo Holiday Winter 2014

 

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Grupo Holiday Winter 2014
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Grupo Holiday Winter 2014

Ao seguir em direção ao observatório, nos deparamos com uma rampa no mínimo assustadora, diga-se de passagem (haha). O caminho é até curto, mas devido à inclinação da rampa, aconselho que vá com os pulmões bem preparados… Embora a subida seja árdua, a recompensa ao chegar lá em cima é válida, pois logo na saída da rampa que vem do parque, avistamos o Shepherd Gate Clock – o relógio que fornece a hora oficial de Greenwich (Greenwich Mean Time – GMT) e o local ainda oferece um visual super top tanto do parque, quanto de boa parte da cidade.

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Foto gentilmente enviada pela minha companheira de viagem Beatriz Gonçalves. Obrigada Be!

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As atrações são inúmeras, mas a atração master é o Royal Observatory, onde está localizada a famosa linha imaginária do Meridiano de Greenwich, dividindo o mundo em Oriente e Ocidente ou Leste e Oeste! A linha oficial foi marcada no chão com uma placa de bronze, mas hoje em dia, essa placa foi substituída por uma de aço inoxidável, possibilitando ainda, a leitura das longitudes das principais cidades do planeta. O passeio até o observatório já é bastante atraente, mas nada se compara com a sensação e a experiência de estar em um dos pontos geográficos mais importantes do mundo e ter a oportunidade de colocar os pés nos dois hemisférios ao mesmo tempo…

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Eu nunca fui a melhor aluna de Geografia e quando o assunto era localização e fuso horário, muito menos… Durante as aulas da 5ª série, a  tal linha do Meridiano de Greenwich sempre soou como algo inalcançável e até mesmo ilusório… Sempre tive meus dois pés atrás em relação a isso (hahaha). Os anos foram se passando e as aulas de Geografia se tornaram bem mais complexas… Amadureci os meus conceitos em relação à existência da linha do Meridiano de Greenwich e quando finalmente fomos apresentadas ‘face to face’, passei a dar mais valor àquela história de que “certas coisas a gente não aprende na escola regular, mas sim na escola da vida.” (Os professores que me perdoem rsrs)

PS: Se a professora de Geografia da 5ª série tivesse me proporcionado uma visita a Greenwich naquela época, eu teria levado as aulas mais a sério  hahahahaha… FICA A DICA 😉

COMO É ESTUDAR INGLÊS NA ELS LANGUAGE CENTERS – MANHATTAN…?

Então, vamos estudar Inglês no exterior? Por que não, né? Estudei por quase seis meses na ELS – Manhattan e hoje venho contar para vocês um pouquinho da minha experiência.

A primeira escola da ELS Language Centers foi fundada em 1961, em New Jersey – USA, e agora, podemos encontrar sedes em várias cidades dos Estados Unidos, Canadá e Austrália. A ELS – Manhattan situa-se no campus urbano da Adelphi University, em um prédio comercial no centro financeiro de Manhattan. A localização é bastante privilegiada, com acesso fácil e rápido a todos os meios de transporte de NY.

É de suma importância ressaltar que essa é uma escola extremamente acadêmica, que apresenta como meta principal preparar os alunos para testes de proficiência, que são pré-requisitos para admissão de estrangeiros em universidades no exterior.

A ELS apresenta 12 níveis de estudo, desde o iniciante até o avançado e masters. O tempo de estudo para cada nível é de um mês. Se o aluno começa a estudar no nível 4, ele terá um mês de aulas, para  avançar e chegar ao nível 5… Estudantes com qualquer nível de inglês podem estudar na ELS Language Centers, pois assim como na maioria das escolas, os alunos passam por um ‘teste de nivelamento’ logo no primeiro dia de ‘aula’, o qual permite que os professores avaliem o nível de inglês de cada um.

Uma vez que o aluno decide estudar nessa escola, o mesmo pode escolher entre o Semi-Intensive English Program e o Intensive English Program. Além das aulas no período matutino, o Intensive English, oferece também aulas mais específicas no período vespertino, como, pronúncia; Inglês para negócios; conversação… Eu fiz o Semi-Intensive English e agora vou explicar como é a rotina de estudos.

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As aulas começam às 09h e terminam às 12h50 e são divididas em Reading and Writing; Structure and Speaking Practice e Computer Lab. As aulas de Reading and Writing têm duração de 50 minutos e são importantes para que o aluno desenvolva a habilidade de escrever nos moldes acadêmicos e consequentemente fazer uso de um vocabulário mais culto, além disso, o aluno amplia capacidade de interpretação através do ‘reading for the main idea’ . Dependendo do nível, os alunos devem fazer um ‘book report’ que consiste em ler um livro e escrever um resumo para entregar ao professor no final do ciclo.

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As aulas de ‘Structure and Speaking Practice’ são mais demoradas, com 1 hora e 50 minutos de duração. O objetivo é abordar estruturas gramaticais, mas principalmente, fazer com que os alunos se expressem oralmente com total facilidade e confiança. A partir do nível intermediário, os alunos devem preparar uma ‘speaking presentation’ ou seja, escolher um tema, estudar e explicar para seus classmates em datas estabelecidas pelo professor.

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As aulas no ‘Computer Lab’ têm duração de 50 minutos e geralmente o estudante faz atividades dinâmicas na internet, oferecidas pela plataforma da própria escola”. Essas aulas são interessantes porque geralmente alunos de outras turmas se juntam à sua e você acaba interagindo com pessoas diferentes e consequentemente fazendo novos amigos.

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Na metade de cada ciclo, todos os alunos são submetidos a um teste chamado ‘Mid Term’, tanto em Reading and Writing, quanto em Structure and Speaking Practice. Esse teste avalia o desenvolvimento de cada aluno até o momento e ao final do ciclo, todos são submetidos ao ‘Final Exam’ e esse é o teste decisivo, que indicará se o estudante está ou não preparado para avançar. É importante ressaltar que todas as atividades são desenvolvidas de acordo com o nível de cada aluno possibilitando a prática de todas as habilidades de forma gradativa e eficaz.

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Todos os alunos recebem um certificado no final da temporada de estudos na ELS, que comprova o nível de Inglês de cada um.

Bom, pelo que vocês puderam perceber, não tem moleza, né? Homework, redação, provas, apresentações, leitura e mais leitura e por aí vai, são atividades constantes e devo reconhecer que tudo isso foi fundamental para o meu aprendizado. Mas como “aprender Inglês” não se resume única e exclusivamente em uma sala de aula, alunos e professores, a escola disponibiliza atividades extras no período da tarde, como visitas a museus, parques, musicais, entre outras atrações e pontos turísticos da cidade… A escola organiza inclusive excursões de fim de semana….

PS: Acho importante mencionar que o estúdio fotográfico da Macy’s e da Bloomingdales encontra-se no mesmo andar que a escola, então é absolutamente normal você estar andando pelos corredores e se deparar com um modelo fotografando a nova coleção… (Só pra constar)

Sabemos que ao estudar inglês no exterior e estar em contato com a cultura e o idioma 24 horas, faz com que o aluno alcance a fluência de forma mais rápida, no entanto, vale lembrar que escola e programa de intercâmbio nenhum fazem milagre, caso o aluno não se esforce. É muito importante que o mesmo tenha maturidade, dedicação e principalmente, muita vontade de realmente aprender a língua inglesa. Esse pode ser o diferencial no seu currículo, só depende de você aproveitar ou não a oportunidade!

COME TO ELS – MANHATTAN!!!

TOP 5 DESTINOS QUE ESTÃO NA MINHA WISH LIST PARA 2015

Amor incondicional por viagens, culturas, lugares, idiomas, paisagens, comidas, quem não né? Eu amo muito tudo isso e sempre estou planejando uma viagem… Passo boa parte dos meus dias pensando nos próximos destinos, quais lugares quero conhecer, o que quero fazer, comer, fotografar e escrever para compartilhar com vocês. Na realidade, esses meus planos não têm data certa para se concretizarem, eu literalmente viajo, viajo, viajo (Rsrs)…  

 

Por mais que a gente tente fugir, não adianta, fim de ano é sempre um ótimo momento para sonhar, planejar e traçar metas para o futuro, sendo assim, resolvi fazer o meu top 5 lugares que gostaria de conhecer em 2015….

 

5 – VIENA – ÁUSTRIA

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Devo confessar que vivo ‘stalkeando’ (no melhor sentido, claro!) a Fernanda Duarte, uma comissária de bordo que vive voando pelo céu do mundo inteiro e compartilhando com a gente suas experiências em seu blog (ms. voyage) e no instagram. Fernanda escreveu um post sobre o clima meio antiqué que toma conta da cidade, enquanto estava sentada em um dos vários cafés delgados espalhados pela capital austríaca. Ela escreveu com tanta propriedade e riqueza de detalhes que eu me senti exatamente onde ela estava e então, decidi: PRECISO CONHECER VIENA!

 

4 – GENEBRA – SUÍÇA

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Durante o meu intercâmbio em NY, eu tive o imenso prazer de dividir quarto com uma simpática suíça, a Camille. Eu nunca tinha sonhado em um dia conhecer a Suíça, mas a convivência com ela me influenciou a não somente querer visitar a cidade e o país onde ela mora, mas também a aprender o idioma falado por lá, o Francês. Ok, eu não falo lá grandes coisas, mas eu estudei um pouquinho e consigo me virar (acho rsrs) Enfim, a Camille foi a grande responsável por Genebra estar no meu Top 5 destinos dos sonhos! PS: Essa foto foi tirada por ela e enviada via whatsapp  :))

 

3 – WALT DISNEY WORLD

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Qual criança nunca sonhou em conhecer a terra do Mickey, conhecer a princesas dos contos de fada, se aventurar nos parques e tudo mais? EU! Acreditem, eu era essa criança (no mínimo estranha né?). Naquela época, as viagens internacionais não eram tão acessíveis como hoje, e as pessoas não viajavam tanto assim. Hoje existem inúmeros pacotes e promoções para que turistas do mundo inteiro conheçam o lugar onde os sonhos se tornam realidade, e o que mais me desperta curiosidade é que quem vai à Disney uma vez, volta 350 vezes… Conclusão, a Disney funciona como um campo magnético e quem entra em contato com todo aquele mundo mágico uma vez, sempre quer repetir a experiência…

 

2-  ITÁLIA (ROMA, MILÃO, VENEZA E TUDO MAIS…)

 

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Eu cresci ouvindo meu avô contando histórias que a mãe dele contava sobre a Itália… Meu coração sempre bateu mais forte por esse país, inclusive, sou do tipo que fica sem saber para quem torcer quando o Brasil joga contra a Itália haha.

 

Imagina só, Roma, Milão, Veneza, TOSCANA, nossa, muito, muito, muito amor por essa terra, mas como boa descendente de Italianos que sou, quero fazer exatamente como a Liz Gilbert do livro/filme Comer, Rezar a Amar e me jogar na culinária local! (sem glúten por favor…)  

 

1 – TORONTO – CANADÁ

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Na realidade eu queria mesmo é conhecer o Canadá inteiro, mas se eu tiver que escolher uma cidade, eu escolho Toronto, simplesmente pelo dinamismo. É a maior cidade do Canadá e a capital FINANCEIRA do país. Depois de um google rápido, descobri também que é a quinta maior da América do Norte, apresenta cerca de 100 companhias de indústrias farmacêuticas e biotecnológicas e 550 fabricantes de roupas, 125 museus, festivais culturais a todo momento, uma das cidades mais limpas, seguras, cordeais e multiculturais do mundo. Bom, acho que não é por acaso que Toronto está entre as 10 melhores cidades para se viver não é mesmo?

 

 

Tenho muuuuitos planos para 2015 e a minha wish list na íntegra, é interminável. Claro que todos esses planos estão relacionados com viagens e também com o blog, afinal, não me vejo mais sem um espaço para me expressar e dividir experiências com alguém! Acima de tudo, escrever me faz bem e escrever sobre viagens é inspirador…

 

Esse é o meu top 5 lugares dos sonhos que PRECISO visitar um dia, mas sou o tipo de pessoa que se empolga com qualquer viagem e se a vida me levar para algum outro destino, partiu também! Eu amo a experiência de conhecer lugares, pessoas, culturas e idiomas e eu sinto que só sou completamente feliz quando estou fazendo isso.  

FROM THE TOP OF THE EMPIRE STATE BUILDING ou FROM THE TOP OF THE ROCK?

Estar em Nova York e sentir a vibração da Big Apple em tempo real é incrível, mas ver Nova York praticamente inteira do topo dos dois arranha-céus ícones da cidade, aí galera me faltam adjetivos para expressar a sensação. Se alguém me perguntar qual deles apresenta a vista mais impactante, sinceramente não conseguiria dizer, afinal de contas, não existe melhor ângulo, pois NY é SURREAL em todos os ângulos! (palavras de uma NYC lover). O fato é que NY é uma explosão de acontecimentos e apresenta uma infinidade de lugares turísticos, consequentemente, muitas vezes os viajantes precisam fazer escolhas difíceis e abrir mão de certos passeios, seja por motivos de falta tempo, meteorologia, valores, enfim… Acontece…

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Eu visitei os dois arranha-céus e confesso que ambos ganharam meu coração em proporções iguais, mas reconheço também que cada um apresenta suas particularidades, que devem ser destacadas. Entretanto, uma coisa é certa, prepare-se para uma das vistas mais lindas da sua vida, porém, você deve estar preparado também para enfrentar uma certa multidão, levar uns pisões no pé, umas cotoveladinhas e até uns empurrões básicos, afinal, todos querem levar para casa o melhor que NY tem a oferecer!

 

O Empire State Building é um ícone de NY por ser o arranha-céu mais famoso da cidade. Ele é muito mais que um prédio comercial com 102 andares e dois decks de observação com uma vista exuberante da cidade dos sonhos de qualquer pessoa. O Empire State é parte da história de NY e além do mais, é galã de cinema, pois já estrelou filmes como, Superman, Manhattan e o emblemático King Kong. Ir a Nova York e não chegar pertinho do Empire State, é como ir ao Rio de Janeiro e não ver o Cristo.

 

Como disse anteriormente, o arranha-céu possui 102 andares e ainda oferece dois observatórios, o ‘Main Deck’ (86th floor), o mais acessível financeiramente falando e consequentemente o mais visitado. O outro deck é o chamado ‘Top Deck’ (102nd floor) e esse meu bem, como o próprio nome já diz, É TOP e o preço, ah, deixa pra lá hahahaha.

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O Prédio está localizado em um lugar bastante sugestivo, pois fica na 34th street com a 5th ave. próximo à Macy’s e  Victoria’s Secret, ou seja, atmosfera mais do que convidativa né? Existem “N mil” maneiras de adquirir o ticket para chegar ao topo do Empire State, mas a minha sugestão para turistas que estão com os dias contados na cidade, é comprar antecipadamente tanto no site, quanto em uma agência de turismo de sua preferência, desta forma, você pode evitar filas e consequentemente ganhar tempo.

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Todos reclamam das filas imensas enfrentadas tanto para a compra do ticket no local, quanto para a subida, mas as reclamações vêm mesmo é do desconforto ao chegar no observatório por conta da multidão, das grades e muretas de proteção que atrapalham de forma considerável a visão, entre outras observações. Mas confesso que não tenho o que reclamar, a não ser do frio congelante. Visitei o Empire State no final de Janeiro e tive uma sorte que foi um presente do destino, pois apesar de ter bastante gente não foi algo impossível de se locomover, estava até tranquilo e consegui capturar imagens de vários ângulos.

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Eu fiquei tão anestesiada ao chegar no topo (ou pelo menos quase lá) que sinceramente não sei se essa foi uma  sensação particular ou se realmente o observatório estava em um dia meio “zen” mesmo. O Empire State é muito mais que uma vista maravilhosa e estar dentro ou no topo dele, significa a imersão de forma detalhada na história de uma das cidades mais inspiradoras do mundo inteiro, em razão disso, se tornou um verdadeiro ‘landmark’.  É o lugar ideal para sentir as batidas do coração de NY, pois a vista do Empire State é um sonho real transmitido em 360° aos visitantes.

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Outro landmark de NYC é o Rockefeller Center, um complexo de edifícios com a proposta de mostrar aos turistas um pouco da história do desenvolvimento artístico, científico e industrial, mas nesse momento vamos focar mesmo no GE Building que apresenta em seu topo (70th floor) um deck de observação, o TOP OF THE ROCK!   

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O Rockefeller localiza-se na 50th street. entre a 5th ave. e 6th ave. no centro de Nova York. Mesmo que você não tenha a intenção de chegar ao topo, vale uma visita ao local, que por sinal já é considerado uma atração turística principalmente no inverno, pois tem uma praça onde são montadas uma pista de patinação e uma árvore de natal gigantesca que fazem valer a pena a diversão e a vista!

 

O Rockefeller apresenta uma rotina bem mais organizada que o seu concorrente Empire State, portanto, na grande maioria das vezes os turistas conseguem comprar os tickets no momento da visita sem enfrentar grandes filas, – acesse o site para mais informações. O deck de observação é dividido em três andares, o que possibilita uma maior circulação, evitando a concentração de pessoas em um único lugar. E a grande vantagem em relação ao Empire State é que a proteção é através de placas de vidro até o chão, como se fosse uma vitrine, o que colabora para uma visão sensacional. 

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O elevador que transporta os turistas até o topo já é uma atração à parte, pois tem um teto de vidro e durante a subida é apresentado um vídeo bem atrativo. Ao chegar no Top of the Rock propriamente dito, a imagem já é fascinante! Subir no Empire State é surreal, mas somente do Top of the Rock, você conseguirá vê-lo e ter a sensação de poder tocá-lo. Além disso, é possível ter uma visão privilegiada do Central Park inteiro! Outro ponto positivo, é que no último deck de observação não existe sequer proteção de vidro. Toda aquela vista linda está inteiramente à sua disposição em 360° livres de qualquer tipo de empecilho para capturar o melhor de NY. 

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Embora o Top of the Rock não seja tão alto e famoso quanto o Empire State, a vista não deixa a desejar em absolutamente nada, pois do alto dos dois arranha-céus é possível observar o dinamismo que toma conta de Manhattan. Tudo se completa com perfeita harmonia, seja do alto do Empire State Building ou do Top of the Rock. Esteja preparado para se deparar com um cenário fascinante e digno de PARAÍSO, afinal, não é por acaso que Nova York ostenta o título de CAPITAL DO MUNDO.

NÃO CONTÉM GLÚTEN – CELÍACOS VIAJANDO PELO MUNDO!


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Resumidamente, glúten é uma proteína encontrada nos grãos de trigo, aveia, cevada e centeio e sua função principal é dar elasticidade a alimentos como pães, pizza, bolos, entre outros. Cerca de 1% da população mundial apresenta uma doença herdada geneticamente chamada DOENÇA CELÍACA (DC) e o único tratamento para tal, é a completa retirada do componente tóxico da alimentação diária.

Descobri que sou celíaca há pouco mais de 12 anos e confesso que viajar requer um planejamento à parte, mas não há nada que o ser humano não se adapte… Existem três pré-requisitos básicos que não podem faltar na check-list de um viajante celíaco. 1- Jamais comprar passagem aérea de voo internacional sem solicitar o ‘gluten-free meal.’ 2- Nunca fazer o check-in em um hotel sem antes pedir o ‘gluten-free breakfast.’ 3- Não existe restrição para a comunicação, seja ela verbal ou virtual através do help mágico do google tradutor, portanto se você tem alguma intolerância ou alergia alimentar, FALE.

Geralmente quando pedimos informação nutricional de um alimento e perguntamos se o mesmo contém ou não glúten, a resposta é dada de forma natural, “NÃO CONTÉM GLÚTEN” ou “INFELIZMENTE CONTÉM, MAS PODEMOS PREPARAR ALGO ESPECIAL, NO WORRIES!” Raramente o consumidor sairá do estabelecimento sem opção alguma. Essa conscientização generalizada que rolou no exterior no que diz respeito à intolerância alimentar em todos os aspectos, infelizmente é considerada ‘baby steps’ em nosso país.

Devido ao elevado número de diagnósticos de portadores de doença celíaca e presença predominante de componentes contendo glúten na culinária de diferentes culturas, foi necessária uma reformulação maciça dos menus para que os estabelecimentos pudessem receber seus clientes, e acredite, a obsessão pela qualidade dos produtos livres de glúten lá na gringa é gritante… Além disso, houve uma conscientização não somente sobre a doença celíaca, mas também sobre todos os tipos de intolerância a alimentos, que se estendeu dos restaurantes mais renomados e sofisticados das grandes metrópoles a restaurantes de bairros, de grandes supermercados a mercearias e assim por diante…

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Tem um fato bastante curioso de quando estava morando em NY. Praticamente ao lado do meu prédio havia um ‘restaurantezinho’ chinês, e era tão minúsculo que foi preciso terceiros me informarem que aquilo era um restaurante… Um belo dia resolvi entrar no estabelecimento com um amigo e para minha surpresa, me deparei com um cartaz enorme explicando um pouco sobre os principais tipos de intolerância e deixando claro ao cliente que se caso ele apresentasse algum tipo de restrição alimentar, que expusesse o problema e então os atendentes apresentariam as opções apropriadas.  Me tornei cliente numero 1 e percebi que o progresso realmente havia chegado por toda a cidade.

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–  Produtos encontrados no Whole Foods Market – Uma rede de supermercados americana.

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– Tu-Lu’s Gluten-Free Bakery – Sim, todos os produtos dessa padaria são livres de glúten e o melhor – ficava a três blocos do meu prédio. Eu experimentei praticamente todos e claro que foram dignos de receber o selo de qualidade 1000! 😉

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– Nada mal um brunch em um dia de muita neve no East Village com direito a pancakes, waffles e sanduíches gluten-free não é mesmo? No meu primeiro mês em NY eu tive a sorte de ter conhecido o Gabriel, que também era celíaco, inclusive foi ele quem me apresentou o ‘restaurantezinho’ chinês.

Antigamente a pergunta era “O que comer?” Mas devido ao leque de opções, hoje em dia a questão em pauta é “Como decidir o que comer diante de tantas possibilidades?” Os viajantes realmente se deparam com o paraíso gastronômico, pois tornou-se absolutamente comum sentar-se em um barzinho e pedir uma cerveja gluten-free, ter o prazer de tomar um chocolate quente acompanhado de um delicioso brownie também gluten-free no Starbucks, comer um hamburger em alguma snack bar, experimentar diferentes sabores de pizza em uma pizzaria, apreciar o ambiente maravilhoso de um restaurante italiano acompanhado de uma bela macarronada e elevar o nível de felicidade frequentando as maravilhosas bakeries e pâtisseries espalhadas pelo mundo afora.

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– Bistango (Restaurante Italiano) – Fico até emocionada ao ver essas fotos, mas a torta de mousse de chocolate me faz sentir uma emoção à parte – acho que essa foi a melhor sobremesa que eu já comi na vida!

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– Starbucks Coffee – Quem nunca né? Não há o que discutir, o Starbucks tem o melhor Frappuccino EVER e em Londres eu ainda encontrei gluten-free brownies. Tenho certeza de que isso foi um presente da Terra da Rainha pra mim (?) – SQN!

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– Esse pedaço de pizza e esse hamburger bun (ambos sem glúten) foram responsáveis pelos meus quase sete quilos a mais em NY e os croissants fizeram parte as minhas manhãs felizes no hotel onde me hospedei em Amsterdam.

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– Peggy Porschen – PARA TUDO porque essa é a pâtisserie mais fofa de Londres e tem o melhor hot chocolate do universo! Por ironia do destino, somente agora percebi que não tirei uma foto sequer dele. Sorry 🙁  Não  encontrei muitas opções gluten-free por lá, entretanto, as que eu encontrei já foram suficientes para receberem aquele meu selo de qualidade 1000 citado anteriormente, sabe?

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– Le Vin Bistro – Um pedacinho da França em São Paulo e a nítida sensação de realmente estar em um bistro parisiense… Ambiente agradabilíssimo e boa mesa!

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–  Veniero’s Pasticceria & Caffé – Esse foi um dos presentes mais especiais que já recebi até hoje! Minhas roomies prepararam uma linda surpresa e encomendaram um gluten-free cheesecake para comemorar meu aniversário…  Foi simplesmente perfeito!!!

Por causa da doença celíaca, eu aprendi a apreciar ao máximo o melhor da gastronomia gluten-free de cada lugar que eu visito. Nós celíacos e demais intolerantes, sabemos o quão satisfatória é a sensação de podermos comer de tudo sem nos preocuparmos. Isso só nos prova que a restrição é apenas alimentar e não social. E como dica final, sugiro que jamais deixe de fazer algo que você deseja muito por causa da alimentação, afinal, não existe limites para descobertas surpreendentes.

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–   E falando em ‘o melhor da gastronomia’, esse é o tipo de sobremesa que a gente come com os olhos não é mesmo? Pois bem, o nome dessa maravilha é PAVLOVA  e foi um achado em alguma boulangerie em Covent Garden (Londres). É crocante por fora como se fosse um suspiro e super macio por dentro, óbvio que o sabor não deixou a desejar em momento algum. Dizem que a iguaria foi inventada após uma viagem realizada pela bailarina Anna Pavlova para a Austrália e Nova Zelândia e os dois países reivindicam até hoje sua invenção. Seja lá quem for o criador, só sei que é show!

OI, MEU NOME É ANDRÉIA E EU SOBREVIVI AO “MAU HUMOR” DOS PARISIENSES… QUER SABER COMO?

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Cá entre nós, se tem um assunto intrigante e no mínimo curioso que gera uma certa  polêmica em boa parte da população mundial, esse assunto é o tal do “MAU HUMOR DOS PARISIENSES”. Com fama de arrogantes, chatos, grosseiros, rudes e por aí vai, os moradores da capital francesa deixam alguns turistas desapontados, pois desaprovam a maneira grotesca como são tratados pelos locais.

 

Não estou escrevendo esse post para criticar o estilo dos parisienses, até mesmo porque isso é uma questão cultural, meu intuito é único e exclusivamente tentar facilitar a convivência entre os povos e evitar certos choques culturais… APENAS! Portanto resolvi escrever um top 5 dicas de como 

sobreviver ao jeito difícil de lidar dos parisienses…

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Eu costumo dizer que Paris é uma cidade que a gente odeia amar, pois em contrapartida ao “mau humor” dos locais, a capital francesa respira arte e romantismo em sua melhor qualidade. Formada por monumentos clássicos que colaboram para uma estrutura arquitetônica indescritivelmente magnífica, além de apresentar ao mundo excelentes molduras em renomados museus, e como se não bastasse, Paris é a capital da moda, do luxo e do glamour.

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1 – NUNCA ESPERE UM BOM TRATAMENTO POR PARTE DE UM PARISIENSE, POIS ESSA NÃO É A ESPECIALIDADE DA CASA.

 

A regra é simples e objetiva, jamais tenha a expectativa de ser recebido calorosamente em estabelecimentos como lojas, cafés e restaurantes, ou ganhar um sorriso simpático nas ruas. Saiba que os parisienses “têm mais o que fazer” e enquanto Paris é a sua cidade dos sonhos de uma vida inteira, para eles, aquela maravilha toda faz parte do cotidiano, inclusive a existência dos turistas dos quatro cantos do mundo… Mas como toda regra tem sua exceção, você pode sim se surpreender com parisienses bem humorados…  

 

2 – TENHA NA PONTA DA LÍNGUA PELO MENOS O BÁSICO DO BÁSICO DO VOCABULÁRIO FRANCÊS.

 

Não estou dizendo que você tem que fazer um curso intensivo de francês e falar fluentemente para visitar Paris por uma semana, mas uma vez que você decide conhecer a capital da moda, recomenda-se que tenha pelo menos uma noção básica do idioma.

 

Por questões históricas, os franceses não curtem muito que você fale com eles em inglês, por esse motivo, o ideal é que você saiba iniciar uma conversa em francês usando “Bonjour / bonsoir, je ne parle pas français…”, sente o clima e daí sim você pergunta se a pessoa está a fim de falar inglês com você.

 

Além de “bonjour e bonsoir,” (bom dia e boa noite), existem outras palavras e expressões para você impressionar os parisienses, anota aí… Au revoir: Tchau, pardon: quando você não entendeu o que a pessoa disse, excusez-moi: com licença, désolé: desculpas, pas de problème: não tem problema, merci: obrigada (o) merci beaucoup: muito obrigada (o), de rien: de nada, s’il vous plait: por favor. É importante que você saiba essas palavrinhas mágicas para que possa introduzir em algum momento da sua conversa, mas aquela história de que francês jamais fala em inglês ficou perdida em algum lugar do passado, eles apenas não curtem muito.

 

3 – SUTILEZA GERA GENTILEZA EM PARIS.

 

Paris tem uma cultura baseada em bons costumes e se tem uma coisa que os parisienses valorizam é a harmonia dos lugares. Todos os objetos encontrados em estabelecimentos públicos estão minuciosamente organizados e um exemplo disso, são as mesinhas (literalmente) dos charmosos bistrôs e cafés espalhados pela capital francesa afora, que acomodam no máximo três ou quatro pessoas e estão cuidadosamente distribuídas de forma que possa valorizar o espaço e a arquitetura do local. 

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Ao entrar em uma galeria ou loja, seja discreto e não chegue tocando e retirando as peças dos seus devidos lugares, contenha-se e espere que um atendente o ajude. O mesmo vale para restaurantes, cafés e bistrôs. Ao chegar no estabelecimento, aguarde na porta porque certamente alguém te conduzirá à uma mesa disponível. Uma vez acomodado, espere que o garçom virá até você sem a menor necessidade de levantar a mão ou até mesmo elevar o tom de voz. Os garçons se organizam para fazer tudo no tempo deles e acredite, surte efeito!

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É de suma importância não confundirmos receptividade com intimidade, por essa razão, muitas vezes frequentar lugares públicos parece exigir uma certa paciência, mas no fim das contas, percebemos que tudo é uma questão de educação e assim a reciprocidade de gentilezas se torna natural e não apelativa.

 

4 – DEIXE TODOS OS MIMIMIs EM CASA E ESTEJA PREPARADO PARA LEVAR BRONCAS.

 

Todo turista comete gafes no exterior e lidar com todos os bons modos da cidade luz é uma tarefa difícil, portanto esteja preparado para levar uma bronca de algum parisiense pelo fato de estar pisando em algum lugar que não deveria, por estar falando alto, por arrastar uma cadeira em algum bistrô, enfim, se isso acontecer, ABSTRAI, RELEVA e SUPERA! Peça desculpas, saia à francesa e não guarde mágoas, guarde euros para gastar na Champs Élysées. Paris é incrível demais para ficarmos dando ênfase aos contratempos devido às diferenças culturais entre turistas e locais.

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5 – FAÇA BOM PROVEITO DA TEORIA DO SORRISO.

 

Uma dica que costuma ser infalível não somente em Paris, mas em qualquer lugar do mundo, é a teoria do sorriso. Os franceses são sim recatados, mas podem ser muito gentis caso você tenha jeitinho e simpatia. Lembre-se: você está no território deles e cada povo tem seus costumes e valores… Sorria e seja simpático em Paris sem esperar nada em troca, porque assim você pode se surpreender positivamente.

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Paris é um verdadeiro encontro do tradicional e do moderno ao mesmo tempo. O avanço tecnológico e o interesse pelo inovador são parte da característica dos parisienses, entretanto, é nítida a força da preservação dos costumes e do ambiente provinciano. Isso não pode ser confundido com conservadorismo, mas entendido como respeito de uma nação para com a sua história.

SALÃO DO ESTUDANTE 2014 – EU FUI!!!

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O Salão do Estudante é a maior feira de intercâmbio da América Latina. O evento reuniu diversos expositores na capital Paulista, entre eles agências de intercâmbio, escolas de idiomas e universidades do mundo inteiro com a finalidade de oferecer oportunidades tanto de estudo quanto de trabalho no exterior. O evento se iniciou no dia 14 de Setembro em São Paulo, mas percorrerá por mais cinco capitais até o dia 25 deste mesmo mês.

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Intercâmbio vem sendo uma ótima opção para aqueles que pretendem dar uma turbinada no currículo através de uma experiência internacional. Conhecer uma cultura diferente, aperfeiçoar ou aprender um idioma, passar um ano estudando em uma escola regular nos Estados Unidos, Canadá, Austrália ou em algum outro lugar do mundo, ser um voluntário e levar esperança para quem sobrevive precariamente, trabalhar e estudar na sua área de formação ou até mesmo reunir a galera teen e embarcar em um programa de intercâmbio para adolescentes no período de férias escolar. O Salão do Estudante promove uma visão geral do que é viver algo revigorante e adquirir um diferencial para conseguir melhores oportunidades no mercado de trabalho, que por sua vez encontra-se cada vez mais concorrido.

Este evento acontece duas vezes ao ano e é possível se deparar com tudo o que há de mais inovador na atmosfera denominada intercâmbio. Os expositores se organizam em stands e estão à disposição dos visitantes. Melhores destinos para cursos de idiomas, fugir ou não fugir dos brasileiros, metrópoles ou cidades pequenas, inverno ou verão, College X University, trabalhar e estudar, estudar para depois trabalhar, trainee, diferentes tipos de vistos, enfim… Todas essas informações variam muito de país para país e o salão do estudante está sempre pronto para divulgar todas as tendências e demais curiosidades.

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Intercâmbio é um termo bastante difundido nos dias de hoje, portanto basta dar um google rápido para estar de frente com inúmeras opções de programas e destinos super atraentes… Antigamente, quando se ouvia falar em intercâmbio, todos já imaginavam um adolescente indo para os Estados Unidos e um gringo também adolescente vindo passar uma temporada no Brasil. Acontece que as possibilidades se expandiram e atualmente existem programas de intercâmbio inclusive para a melhor idade!

Principais programas de intercâmbio.

– High School: Qual adolescente que nunca quis estudar em uma daquelas escolas americanas dos filmes de Hollywood? Cheerleaders, atletas, os grupinhos de amigos, o troca-troca de salas no intervalo das aulas, participar do tão famoso Prom, o baile de formatura dos alunos Senior (último ano do Ensino Médio)… Mas não se esqueça que além das escolas americanas vistas em filmes, existe um mundo inteiro de culturas e idiomas que abrem um leque de possibilidades variadas.

O programa High School é ideal para jovens entre 15 e 18 anos que estejam dispostos a vivenciar na íntegra a oportunidade de fazer parte de uma outra cultura e ser membro de uma família no exterior, possibilitando estreitar os laços de amizades no país escolhido. Este é o programa ideal para encarar uma outra realidade, aprender e adquirir maturidade.

Os estudantes que queiram participar dessa rica experiência, devem estar preparados para o “temido” application, que em resumo é um detalhado questionário que deve ser preenchido no idioma do país escolhido, que garante a escolha da família que melhor se adequa  ao estilo de vida de cada aluno. Através do application, os organizadores buscam um balanceamento entre afinidades e diferenças, para que não haja um choque cultural muito drástico que possa resultar em um trauma na vida do adolescente.

 – Curso de Idioma: Ter fluência em um outro idioma não é mais uma questão de exibicionismo, mas uma obrigação para quem almeja obter sucesso no disputadíssimo mercado de trabalho. Existem diferentes cursos e métodos que certamente farão com que o aluno chegue exatamente onde ele quer chegar, no entanto o método mais rápido e eficaz é estudar no exterior onde o idioma é a língua nativa. Não tem escolha, a prática diária e rotineira proporciona ao aluno a oportunidade de vivenciar o idioma inteiramente, desenvolvendo todas as habilidades de forma natural e consistente (escrita, oralidade, compreensão auditiva e gramatical).

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As escolas de idiomas no exterior estão preparadas para oferecer várias propostas que são capazes de atender todo e qualquer tipo de demanda em diferentes países. O aluno pode optar por diferentes cursos, como, inglês geral, sendo que nesse curso o aluno pode ingressar com qualquer nível no idioma, pois um teste de nivelamento será realizado logo no primeiro dia de aula para saber qual será a sala ideal para o aprendizado. Além disso, as escolas oferecem também opções de cursos para negócios, preparatórios para exames de proficiência e até mesmo cursos extras incluindo teatro, fotografia, culinária entre outros…

O programa também oferece dois tipos de acomodação, casa de família, ou residência estudantil. A acomodação em casa de família é recomendada para estudantes mais novos, pois deverão seguir e respeitar as regras da casa, uma ótima oportunidade de amadurecimento. A acomodação em residência estudantil é indicada para estudantes mais maduros e que prezam pela liberdade. Geralmente em uma residência estudantil o aluno divide apartamento com outros estudantes de diversos países, o que proporciona uma rica troca cultural.

Este é o programa ideal para turbinar de uma vez por todas o seu currículo, pois firmar fluência em outro idioma é indiscutivelmente primordial para despertar o interesse dos empregadores de diversas áreas.

– Trabalhar e Estudar: Alguns países permitem que o estudante trabalhe legalmente por determinada carga horária durante ou após o curso. Assim como no programa de Curso de Idioma, o aluno será matriculado em uma escola onde há turmas para todos os níveis, mas para conseguir um bom emprego é recomendável que o estudante tenha no mínimo um conhecimento intermediário do idioma local.

O conselho básico para estudantes interessados nesse programa é que sejam flexíveis com as posições de trabalho e que estejam dispostos a aprender, pois a experiência de ter trabalhado no exterior vem sendo cada vez mais valorizada pelos empregadores.

– Trabalho Voluntário: Os trabalhos voluntários são geralmente projetos sociais e projetos com animais em extinção. Neste programa o intercambista vive uma experiência que fará toda a diferença para as comunidades carentes do mundo afora. Além de conhecer uma outra cultura e um outro país, a pessoa trabalha em benefício de uma causa nobre.  Essa experiência também vem sendo bastante valorizada por empresas em busca de profissionais que apresentam uma nova maneira de ver o mundo, através de uma visão menos robotizada.

– Au Pair: Este é um programa de intercâmbio que oferece a oportunidade de estudar o idioma local e paralelamente trabalhar cuidando de crianças por um ano. Durante o período de permanência, a Au Pair ocupará o lugar de “irmã mais velha” e irá conviver e trocar experiências incríveis com uma família hospedeira. Existem alguns pré-requisitos que devem ser seguidos pela candidata antes de se inscrever para o programa. Ter entre 18 e 26 anos, ser solteira, ensino médio concluído e ter carteira de habilitação são alguns deles.

Que um intercâmbio pode ser a “cereja do bolo” na vida de quem procura um espaço no mercado de trabalho, isso é fato, mas as vantagens podem ir muito além disso, pois através das experiências vividas em um intercâmbio é possível se autodescobrir e se reinventar…  Mas para que seu investimento seja bem sucedido do início ao fim, é preciso escolher uma boa agência de intercâmbio. No Salão do Estudante, os visitantes têm a oportunidade de conhecer diferentes agências e suas especialidades, expor seus interesses, ouvir as propostas e programar a viagem que irá abrir portas e te fazer enxergar o mundo por um outro ponto de vista!

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O QUE ACONTECE NA RED LIGHT DISTRICT FICA NA RED LIGHT DISTRICT, EM AMSTERDAM!!!

Antes de qualquer coisa gostaria avisar que o Passaporte Ousado de hoje está um tanto quente, se é que vocês me entendem… Bom, acho que vocês já captaram a mensagem e já deram asas à imaginação, acertei? Pois bem, preparem os termômetros porque a temperatura pode aumentar!!! Rs

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Amsterdam apresenta motivos de sobra para atrair pessoas do mundo inteiro, sejam eles turismo, romantismo, trabalho, arte, arquitetura, cultura e até mesmo aqueles, hum… “menos familiares”, aqueles motivos que provocam risinhos maliciosos, sabe? No post que escrevi para o blog Destinos Holiday, fiz um resumo sobre a tolerância e o conceito de liberdade sexual que fazem da Holanda um país extremamente singular. A terra das tulipas é sem dúvidas o destino ideal para turistas que gostam de vivenciar de fato experiências culturais sem nenhum tipo de preconceito, por essa razão, te convido a abrir a mente, sair da bolha convencional e a mergulhar no “Curioso Mundo Chamado Red Light District!”

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A prostituição é um trabalho totalmente legal na Holanda, ou seja, as garotas de programa têm direitos trabalhistas, assistência médica, pagam impostos e promovem movimentos para lutar por melhores condições de trabalho. Para trabalhar no ramo, é obrigatório ser maior de idade (18 anos) e somente habitantes que pertencem à União Europeia podem usufruir legalmente da indústria do sexo. 

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A noite Holandesa, principalmente em Amsterdam, reserva espaço para todos os gostos e estilos, porém, o ponto turístico que mais chama a atenção dos viajantes dos quatro cantos do mundo é um lugar bastante peculiar chamado Red Light District. Um bairro onde a prostituição e a indústria do sexo literalmente prosperam. As casas de prostituição não se encontram apenas em uma região da cidade, mas o Red Light Dstrict mais famoso é sem sombra de dúvidas o “De Wallen”, um dos maiores e mais antigos bairros de Amsterdam que está situado próximo à Estação Central, tendo como característica principal ruelas estreitas (becos), contendo várias cabines alugadas por prostitutas que se exibem em vitrines tipicamente iluminadas com luzes vermelhas e vendem seus serviços fechando as cortinas, ou nos quartos que ficam no fundo das cabines.

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Os donos dos imóveis não têm – ou pelo menos não deveriam ter qualquer ligação íntima com as meninas. As ofertas desse bairro não se restringem somente às vitrines com belas garotas praticamente nuas, existem vários sex shops, teatros eróticos, casas de shows, coffee shops com venda legal de drogas e até mesmo um museu do sexo. Tudo muito sugestivo!

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 Um fato bastante curioso é que ao contrário da grande maioria das zonas de prostituição ao redor do mundo, essa região não está nem um pouco degradada e entregue ao crime. As ruas são sempre limpas, conservadas e policiamento discreto, porém constante. Uma vez que você se dispõe a desbravar o Red Light District, não cometa a gafe de sair fotografando tudo e todos, pois é ESTRITAMENTE PROIBIDO CAPTURAR QUALQUER TIPO DE IMAGEM e essa regra é rigorosamente aplicada. Por essa razão costumo dizer que o que acontece na Red Light District, fica na Red Light District. Aproveite! Rsrsrs…

Em contrapartida, é possível desfrutar de forma sublime da arquitetura tradicional e da atmosfera  histórica da cidade, bem como de restaurantes chineses e argentinos. Eu diria que a prostituição em Amsterdam se integra naturalmente à vida da cidade, pois a apenas alguns metros de distância das cabines é possível encontrar jardins, parques, igrejas e famílias que não têm absolutamente nada a ver com o mercado erótico. Amsterdam é certamente o lugar onde arte, história e cultura se aderem perfeitamente ao entretenimento adulto em meio ao contexto de liberdade. Amsterdam jamais será trivial, pois tudo o que a cidade tem para oferecer, é nada mais nada menos que inerente.

INTERCÂMBIO: SE PERDER EM ALGUM LUGAR DO MUNDO PARA SE ENCONTRAR

Intercâmbio – “ Troca constante de relações, sejam elas comerciais ou culturais entre nações.” Como o próprio nome diz, intercâmbio significa uma troca generalizada e de brinde, uma experiência de vida que só quem se arrisca a atravessar o oceano em busca de um sonho sabe do que estou falando. E pra mim, um intercâmbio, seja ele qual for (high school, curso de idioma, trabalho), resume em você se permitir viver uma outra vida.

Primeiros passos…

Sempre tive o sonho de conhecer a fundo alguma cidade aleatória em algum lugar do mundo e mergulhar na cultura local, mas nunca consegui trazer isso pra realidade, talvez por imaturidade mesmo. Em 2011, eu decidi que precisava viver algo intenso, algo que eu pudesse olhar para trás alguns anos depois e dizer com total convicção: I had the time of my life! A ideia de fazer intercâmbio caiu como uma luva… Foram alguns meses de muita pesquisa e trocas de e-mails com pessoas que realmente entendiam do assunto à procura da melhor agência e do programa que melhor correspondesse às minhas expectativas.

Planejei tudo cuidadosamente para não correr riscos e decidi que o melhor seria fazer um curso de inglês por três meses em Boston. Por que Boston? Ah porque é uma cidade que possui um extenso centro universitário e educação de altíssima qualidade, pois abriga nada mais nada menos que Harvard University e MIT Massachusetts Institute of Technology.

No dia 10 de Dezembro de 2011, às vésperas das festas de fim de ano, quando o verão estava começando no Brasil, resolvi deixar a minha zona de conforto e fui…  Choque cultural, adaptação, o diferente, o inesperado, enfim, estava tudo muito bem trabalhado emocionalmente, claro que na teoria, porque na prática… Quando cheguei em Boston e comecei a viver a experiência de fato, eu surtei. Não conseguia lidar com o tal do inusitado que eu tanto procurava. A saudade de casa, a solidão e a dúvida começaram a falar mais alto e lembro-me perfeitamente de chorar até dormir. Depois de quase um mês nesse impasse, surgiu a oportunidade de tentar algo diferente em Nova York e essa foi a melhor coisa que já me aconteceu na vida.

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 A experiência…

O fato é que hoje eu entendo que na realidade, eu me blindei a tudo e a todos durante o período em que estava em Boston e se tem uma lição que eu tirei disso foi: VOCÊ PRECISA SE ADAPTAR AO MEIO E NÃO O MEIO SE ADAPTAR A VOCÊ. Nenhum começo é fácil e estar em um país onde você não conhece ninguém e ninguém conhece você é sim assustador a princípio e claro que o desespero é inevitável, entretanto o controle emocional é primordial. Sempre vão existir momentos de saudade do abraço da sua mãe, da risada do seu pai, dos encontros com os amigos, mas não rola pegar um ônibus de volta pra casa.

Uma vez que você se dispõe e viver uma experiência internacional, é preciso estar aberto a todas as oportunidades, pois o intercâmbio te proporciona várias delas. Quando cheguei em Nova York, o ritmo da metrópole me contagiou e decidi colocar uma coisa na minha cabeça de uma vez por todas: só iria depender de mim fazer a experiência valer a pena e foi a partir desse momento que tudo começou a fazer sentido. Fiz amizades tanto na escola quanto fora dela, aprendi a entender o mapa do metrô e a usá-lo a meu favor para vasculhar ao máximo tudo o que a cidade tinha pra me oferecer… Finalmente comecei a viver uma vida que eu pudesse chamar de “minha” e os três meses chegariam ao fim em poucos dias e uma vez que eu havia entendido as leis básicas de um intercâmbio, isso soava como “tirar o doce da boca de uma criança”, então os três meses se estenderam para seis no total.

O tempo passou e eu já estava totalmente íntima do idioma local, bem como do “New Yorker lifestyle”, criei uma rotina (meio maluca, mas era uma rotina) e descobri o prazer de construir uma vida, sim, eu disse uma vida, pois eu me deparei com novos princípios e os antigos, aqueles que me fizeram aterrissar em Boston, já não faziam mais sentido. Eu tive a oportunidade de me reinventar e mesmo a quilômetros de casa a possibilidade de me sentir realizada não era remota, muito pelo contrário, ela era mais real do que nunca!

Tive que aprender a lidar com os contratempos com muita maturidade e responsabilidade, que resultaram em muito aprendizado, tanto no idioma, quanto de vida. O intercâmbio foi a melhor maneira para eu amadurecer e entender que nada daquilo era um roteiro de Hollywood, e são as dificuldades que nos tornam mais fortes, além do mais o clichê “é errando que se aprende” faz muito sentido na vida de todos os intercambistas, pois é preciso ter muita coragem pra correr o risco de tentar, errar e aprender a acertar. A chance de fazer tudo ser inesquecível é única, então, não dá pra ficar no quarto assistindo o tempo passar, é preciso correr atrás do objetivo para ter um saldo positivo de aproveitamento.

 Amizades…

Em um intercâmbio de curso de idioma, você raramente irá fazer amizades com os locais, pois em uma escala de 0 a 1000, o nível de diversidade cultural na escola é de 990, mais ou menos isso, então você irá se relacionar com pessoas do mundo inteiro.

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Alguns irão ser seus roommates e dividir quarto com você na residência estudantil ou na casa de família, outros serão seus classmates e companheiros de trabalhos em sala. Alguns serão parceiros de passeios turísticos na cidade e de viagens durante a viagem,  outros serão seus parceiros de baladas.

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Com alguns você irá manter contato por anos a fio, com outros, infelizmente não, mas cada um terá um lugar especial no seu coração para sempre e certamente, você também estará no coração dessas pessoas pelo mundo afora.

Durante o intercâmbio compartilhamos diversos momentos, sentimentos e emoções com pessoas que nunca tínhamos visto antes, isso acontece de forma tão intensa que elas se tonam “nossos amigos de infância” e uma das coisas mais tristes é ter que lidar com as despedidas que geralmente acontecem a cada mês… Eu sei que posso voltar a NY por mais um milhão de vezes, mas jamais terei o replay de tudo o que vivi durante o intercâmbio.

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A Baunilha em seu último post no Blog Embaixador STB disse: “Fazer intercâmbio me ajudou a descobrir a mim mesma e ver o mundo com outros olhos. Olhos curiosos sobre o que acontece ao meu redor. Inspirados a seguir em frente sem medo do mundo e com muito mais coragem de enfrentar os desafios e abraçar o meu destino.” É exatamente este legado que um intercâmbio deixa na vida de quem o vive. Espero ter inspirado e encorajado alguém, em algum lugar, a dar o primeiro passo em busca da melhor experiência de vida EVER!

“ÀS VEZES É PRECISO SE AVENTURAR FORA DO SEU MUNDO PARA SE ENCONTRAR”

A TERRA DA RAINHA A SEUS PÉS!

Que Londres, a capital da moda e da cultura, é um espetáculo à parte por reunir uma série de belezas que deixam qualquer um anestesiado, é um fato incontestável, então, que tal uma vista panorâmica privilegiada da surpreendente Terra da Rainha? O Passaporte Ousado dessa semana apresentará um dos cartões postais mais emblemáticos, não somente de Londres mas de toda a Europa, a incrível “Millennium Wheel”, ok, vamos usar uma linguagem mais conhecida pelos turistas do mundo afora… Estou falando da LONDON EYE, a famosa roda-gigante (e bota gigante nisso) de Londres. 

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A London Eye foi construída em cima do Rio Tâmisa (rio que banha Londres e Oxford) e inaugurada em 1999, mas problemas envolvendo segurança, só permitiram que o público tivesse acesso um mês depois. Com os seus 135 metros de altura e suas 32 cabines de vidro com capacidade para mais ou menos 20 pessoas, a London Eye chegou a entrar para o Guinness como a maior roda-gigante do mundo, mas em 2006 perdeu o título para a Singapore Flyer, com 30 metros a mais.

 

Um fato bem curioso é que a London Eye não para de girar um minuto sequer, por esse motivo, o embarque e desembarque dos turistas é feito com ela em movimento, e pra ser bem sincera, isso é um tanto que desconfortável e desesperador também, mas não se preocupe porque você vai superar, afinal, ela se movimenta muito lentamente para facilitar o embarque e desembarque e também para que os turistas possam apreciar a vista que é no mínimo MA-RA-VI-LHO-SA e capturar as melhores imagens da capital inglesa em todos os ângulos. O passeio dura em torno de 30 minutos que certamente serão eternizados em sua memória!

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Tickets

Confesso que até meia hora antes de escrever esse post, eu não tinha a menor ideia de quanto custava o ticket para a London Eye e muito menos como consegui-lo, pois quando fui para Londres, fui com uma agência de turismo e o “voo” (como costumam dizer) já estava incluso no pacote organizado pela gerente da agência Holiday Intercâmbios e Turismo, Natália Ferrari, e autora do Blog da Holiday, portanto não precisei me preocupar com absolutamente nada, mas depois de um google rápido, descobri que é possível adquirir ingressos no local e na hora do passeio, o que não é muito aconselhável, pois  geralmente a fila é gigantesca e tudo o que um turista menos quer em uma viagem é perder tempo, certo? Então, você pode adquirir seu ticket online no site oficial da London Eye e retirá-lo na bilheteria próximo à entrada da roda-gigante, com meia hora de antecedência sem stress algum…

 

Warning: É conveniente que seja pontual, afinal, você está em terras britânicas, onde o atraso é considerado um ato de deselegância total e é claro que você não vai cometer essa gafe justamente na Terra da Rainha, não é mesmo? 

 

O preço individual do ticket na hora é 18,60 libras, porém, quando a compra é feita online, o turista garante um desconto, pagando 16,74 libras, além disso, é possível fazer uma combinação de passeios em um único pacote, o que geralmente acaba saindo bem mais em conta… Isso tudo você pode encontrar no site oficial da London Eye. Escolha a opção que mais te agrada e aproveite o passeio.

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Ter tido a oportunidade de ver o Buckingham Palace, a Westminster, o Big Ben e todo o Parlamento ficando pequenininhos enquanto a London Eye suavemente girava, foi inexplicavelmente incrível e confesso que foram os 30 minutos mais lindos que vivi na capital inglesa. Quando cheguei ao ponto mais alto do voo, a sensação foi… I’M ON THE TOP OF THE WORLD!!! De Londres no caso (rsrs), e ter Londres a seus pés é o sonho de qualquer um. Se você vai visitar a Terra da Rainha, a dica é: a London Eye já é por si só um cartão postal, mas nada se compara com a vista que ela pode te proporcionar lá do alto, então saiba que esse é um passeio imperdível! Enjoy…  

 

Escrito por ANDRÉIA MARTINS SIMPLICIO – Apaixonada pela escrita, por Nova York e pelo mundo. Traveler, dreamer e metida a blogger…Seja bem-vindo!!! :)

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