OI, MEU NOME É ANDRÉIA E EU SOBREVIVI AO “MAU HUMOR” DOS PARISIENSES… QUER SABER COMO?

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Cá entre nós, se tem um assunto intrigante e no mínimo curioso que gera uma certa  polêmica em boa parte da população mundial, esse assunto é o tal do “MAU HUMOR DOS PARISIENSES”. Com fama de arrogantes, chatos, grosseiros, rudes e por aí vai, os moradores da capital francesa deixam alguns turistas desapontados, pois desaprovam a maneira grotesca como são tratados pelos locais.

 

Não estou escrevendo esse post para criticar o estilo dos parisienses, até mesmo porque isso é uma questão cultural, meu intuito é único e exclusivamente tentar facilitar a convivência entre os povos e evitar certos choques culturais… APENAS! Portanto resolvi escrever um top 5 dicas de como 

sobreviver ao jeito difícil de lidar dos parisienses…

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Eu costumo dizer que Paris é uma cidade que a gente odeia amar, pois em contrapartida ao “mau humor” dos locais, a capital francesa respira arte e romantismo em sua melhor qualidade. Formada por monumentos clássicos que colaboram para uma estrutura arquitetônica indescritivelmente magnífica, além de apresentar ao mundo excelentes molduras em renomados museus, e como se não bastasse, Paris é a capital da moda, do luxo e do glamour.

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1 – NUNCA ESPERE UM BOM TRATAMENTO POR PARTE DE UM PARISIENSE, POIS ESSA NÃO É A ESPECIALIDADE DA CASA.

 

A regra é simples e objetiva, jamais tenha a expectativa de ser recebido calorosamente em estabelecimentos como lojas, cafés e restaurantes, ou ganhar um sorriso simpático nas ruas. Saiba que os parisienses “têm mais o que fazer” e enquanto Paris é a sua cidade dos sonhos de uma vida inteira, para eles, aquela maravilha toda faz parte do cotidiano, inclusive a existência dos turistas dos quatro cantos do mundo… Mas como toda regra tem sua exceção, você pode sim se surpreender com parisienses bem humorados…  

 

2 – TENHA NA PONTA DA LÍNGUA PELO MENOS O BÁSICO DO BÁSICO DO VOCABULÁRIO FRANCÊS.

 

Não estou dizendo que você tem que fazer um curso intensivo de francês e falar fluentemente para visitar Paris por uma semana, mas uma vez que você decide conhecer a capital da moda, recomenda-se que tenha pelo menos uma noção básica do idioma.

 

Por questões históricas, os franceses não curtem muito que você fale com eles em inglês, por esse motivo, o ideal é que você saiba iniciar uma conversa em francês usando “Bonjour / bonsoir, je ne parle pas français…”, sente o clima e daí sim você pergunta se a pessoa está a fim de falar inglês com você.

 

Além de “bonjour e bonsoir,” (bom dia e boa noite), existem outras palavras e expressões para você impressionar os parisienses, anota aí… Au revoir: Tchau, pardon: quando você não entendeu o que a pessoa disse, excusez-moi: com licença, désolé: desculpas, pas de problème: não tem problema, merci: obrigada (o) merci beaucoup: muito obrigada (o), de rien: de nada, s’il vous plait: por favor. É importante que você saiba essas palavrinhas mágicas para que possa introduzir em algum momento da sua conversa, mas aquela história de que francês jamais fala em inglês ficou perdida em algum lugar do passado, eles apenas não curtem muito.

 

3 – SUTILEZA GERA GENTILEZA EM PARIS.

 

Paris tem uma cultura baseada em bons costumes e se tem uma coisa que os parisienses valorizam é a harmonia dos lugares. Todos os objetos encontrados em estabelecimentos públicos estão minuciosamente organizados e um exemplo disso, são as mesinhas (literalmente) dos charmosos bistrôs e cafés espalhados pela capital francesa afora, que acomodam no máximo três ou quatro pessoas e estão cuidadosamente distribuídas de forma que possa valorizar o espaço e a arquitetura do local. 

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Ao entrar em uma galeria ou loja, seja discreto e não chegue tocando e retirando as peças dos seus devidos lugares, contenha-se e espere que um atendente o ajude. O mesmo vale para restaurantes, cafés e bistrôs. Ao chegar no estabelecimento, aguarde na porta porque certamente alguém te conduzirá à uma mesa disponível. Uma vez acomodado, espere que o garçom virá até você sem a menor necessidade de levantar a mão ou até mesmo elevar o tom de voz. Os garçons se organizam para fazer tudo no tempo deles e acredite, surte efeito!

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É de suma importância não confundirmos receptividade com intimidade, por essa razão, muitas vezes frequentar lugares públicos parece exigir uma certa paciência, mas no fim das contas, percebemos que tudo é uma questão de educação e assim a reciprocidade de gentilezas se torna natural e não apelativa.

 

4 – DEIXE TODOS OS MIMIMIs EM CASA E ESTEJA PREPARADO PARA LEVAR BRONCAS.

 

Todo turista comete gafes no exterior e lidar com todos os bons modos da cidade luz é uma tarefa difícil, portanto esteja preparado para levar uma bronca de algum parisiense pelo fato de estar pisando em algum lugar que não deveria, por estar falando alto, por arrastar uma cadeira em algum bistrô, enfim, se isso acontecer, ABSTRAI, RELEVA e SUPERA! Peça desculpas, saia à francesa e não guarde mágoas, guarde euros para gastar na Champs Élysées. Paris é incrível demais para ficarmos dando ênfase aos contratempos devido às diferenças culturais entre turistas e locais.

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5 – FAÇA BOM PROVEITO DA TEORIA DO SORRISO.

 

Uma dica que costuma ser infalível não somente em Paris, mas em qualquer lugar do mundo, é a teoria do sorriso. Os franceses são sim recatados, mas podem ser muito gentis caso você tenha jeitinho e simpatia. Lembre-se: você está no território deles e cada povo tem seus costumes e valores… Sorria e seja simpático em Paris sem esperar nada em troca, porque assim você pode se surpreender positivamente.

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Paris é um verdadeiro encontro do tradicional e do moderno ao mesmo tempo. O avanço tecnológico e o interesse pelo inovador são parte da característica dos parisienses, entretanto, é nítida a força da preservação dos costumes e do ambiente provinciano. Isso não pode ser confundido com conservadorismo, mas entendido como respeito de uma nação para com a sua história.

SALÃO DO ESTUDANTE 2014 – EU FUI!!!

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O Salão do Estudante é a maior feira de intercâmbio da América Latina. O evento reuniu diversos expositores na capital Paulista, entre eles agências de intercâmbio, escolas de idiomas e universidades do mundo inteiro com a finalidade de oferecer oportunidades tanto de estudo quanto de trabalho no exterior. O evento se iniciou no dia 14 de Setembro em São Paulo, mas percorrerá por mais cinco capitais até o dia 25 deste mesmo mês.

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Intercâmbio vem sendo uma ótima opção para aqueles que pretendem dar uma turbinada no currículo através de uma experiência internacional. Conhecer uma cultura diferente, aperfeiçoar ou aprender um idioma, passar um ano estudando em uma escola regular nos Estados Unidos, Canadá, Austrália ou em algum outro lugar do mundo, ser um voluntário e levar esperança para quem sobrevive precariamente, trabalhar e estudar na sua área de formação ou até mesmo reunir a galera teen e embarcar em um programa de intercâmbio para adolescentes no período de férias escolar. O Salão do Estudante promove uma visão geral do que é viver algo revigorante e adquirir um diferencial para conseguir melhores oportunidades no mercado de trabalho, que por sua vez encontra-se cada vez mais concorrido.

Este evento acontece duas vezes ao ano e é possível se deparar com tudo o que há de mais inovador na atmosfera denominada intercâmbio. Os expositores se organizam em stands e estão à disposição dos visitantes. Melhores destinos para cursos de idiomas, fugir ou não fugir dos brasileiros, metrópoles ou cidades pequenas, inverno ou verão, College X University, trabalhar e estudar, estudar para depois trabalhar, trainee, diferentes tipos de vistos, enfim… Todas essas informações variam muito de país para país e o salão do estudante está sempre pronto para divulgar todas as tendências e demais curiosidades.

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Intercâmbio é um termo bastante difundido nos dias de hoje, portanto basta dar um google rápido para estar de frente com inúmeras opções de programas e destinos super atraentes… Antigamente, quando se ouvia falar em intercâmbio, todos já imaginavam um adolescente indo para os Estados Unidos e um gringo também adolescente vindo passar uma temporada no Brasil. Acontece que as possibilidades se expandiram e atualmente existem programas de intercâmbio inclusive para a melhor idade!

Principais programas de intercâmbio.

– High School: Qual adolescente que nunca quis estudar em uma daquelas escolas americanas dos filmes de Hollywood? Cheerleaders, atletas, os grupinhos de amigos, o troca-troca de salas no intervalo das aulas, participar do tão famoso Prom, o baile de formatura dos alunos Senior (último ano do Ensino Médio)… Mas não se esqueça que além das escolas americanas vistas em filmes, existe um mundo inteiro de culturas e idiomas que abrem um leque de possibilidades variadas.

O programa High School é ideal para jovens entre 15 e 18 anos que estejam dispostos a vivenciar na íntegra a oportunidade de fazer parte de uma outra cultura e ser membro de uma família no exterior, possibilitando estreitar os laços de amizades no país escolhido. Este é o programa ideal para encarar uma outra realidade, aprender e adquirir maturidade.

Os estudantes que queiram participar dessa rica experiência, devem estar preparados para o “temido” application, que em resumo é um detalhado questionário que deve ser preenchido no idioma do país escolhido, que garante a escolha da família que melhor se adequa  ao estilo de vida de cada aluno. Através do application, os organizadores buscam um balanceamento entre afinidades e diferenças, para que não haja um choque cultural muito drástico que possa resultar em um trauma na vida do adolescente.

 – Curso de Idioma: Ter fluência em um outro idioma não é mais uma questão de exibicionismo, mas uma obrigação para quem almeja obter sucesso no disputadíssimo mercado de trabalho. Existem diferentes cursos e métodos que certamente farão com que o aluno chegue exatamente onde ele quer chegar, no entanto o método mais rápido e eficaz é estudar no exterior onde o idioma é a língua nativa. Não tem escolha, a prática diária e rotineira proporciona ao aluno a oportunidade de vivenciar o idioma inteiramente, desenvolvendo todas as habilidades de forma natural e consistente (escrita, oralidade, compreensão auditiva e gramatical).

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As escolas de idiomas no exterior estão preparadas para oferecer várias propostas que são capazes de atender todo e qualquer tipo de demanda em diferentes países. O aluno pode optar por diferentes cursos, como, inglês geral, sendo que nesse curso o aluno pode ingressar com qualquer nível no idioma, pois um teste de nivelamento será realizado logo no primeiro dia de aula para saber qual será a sala ideal para o aprendizado. Além disso, as escolas oferecem também opções de cursos para negócios, preparatórios para exames de proficiência e até mesmo cursos extras incluindo teatro, fotografia, culinária entre outros…

O programa também oferece dois tipos de acomodação, casa de família, ou residência estudantil. A acomodação em casa de família é recomendada para estudantes mais novos, pois deverão seguir e respeitar as regras da casa, uma ótima oportunidade de amadurecimento. A acomodação em residência estudantil é indicada para estudantes mais maduros e que prezam pela liberdade. Geralmente em uma residência estudantil o aluno divide apartamento com outros estudantes de diversos países, o que proporciona uma rica troca cultural.

Este é o programa ideal para turbinar de uma vez por todas o seu currículo, pois firmar fluência em outro idioma é indiscutivelmente primordial para despertar o interesse dos empregadores de diversas áreas.

– Trabalhar e Estudar: Alguns países permitem que o estudante trabalhe legalmente por determinada carga horária durante ou após o curso. Assim como no programa de Curso de Idioma, o aluno será matriculado em uma escola onde há turmas para todos os níveis, mas para conseguir um bom emprego é recomendável que o estudante tenha no mínimo um conhecimento intermediário do idioma local.

O conselho básico para estudantes interessados nesse programa é que sejam flexíveis com as posições de trabalho e que estejam dispostos a aprender, pois a experiência de ter trabalhado no exterior vem sendo cada vez mais valorizada pelos empregadores.

– Trabalho Voluntário: Os trabalhos voluntários são geralmente projetos sociais e projetos com animais em extinção. Neste programa o intercambista vive uma experiência que fará toda a diferença para as comunidades carentes do mundo afora. Além de conhecer uma outra cultura e um outro país, a pessoa trabalha em benefício de uma causa nobre.  Essa experiência também vem sendo bastante valorizada por empresas em busca de profissionais que apresentam uma nova maneira de ver o mundo, através de uma visão menos robotizada.

– Au Pair: Este é um programa de intercâmbio que oferece a oportunidade de estudar o idioma local e paralelamente trabalhar cuidando de crianças por um ano. Durante o período de permanência, a Au Pair ocupará o lugar de “irmã mais velha” e irá conviver e trocar experiências incríveis com uma família hospedeira. Existem alguns pré-requisitos que devem ser seguidos pela candidata antes de se inscrever para o programa. Ter entre 18 e 26 anos, ser solteira, ensino médio concluído e ter carteira de habilitação são alguns deles.

Que um intercâmbio pode ser a “cereja do bolo” na vida de quem procura um espaço no mercado de trabalho, isso é fato, mas as vantagens podem ir muito além disso, pois através das experiências vividas em um intercâmbio é possível se autodescobrir e se reinventar…  Mas para que seu investimento seja bem sucedido do início ao fim, é preciso escolher uma boa agência de intercâmbio. No Salão do Estudante, os visitantes têm a oportunidade de conhecer diferentes agências e suas especialidades, expor seus interesses, ouvir as propostas e programar a viagem que irá abrir portas e te fazer enxergar o mundo por um outro ponto de vista!

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O QUE ACONTECE NA RED LIGHT DISTRICT FICA NA RED LIGHT DISTRICT, EM AMSTERDAM!!!

Antes de qualquer coisa gostaria avisar que o Passaporte Ousado de hoje está um tanto quente, se é que vocês me entendem… Bom, acho que vocês já captaram a mensagem e já deram asas à imaginação, acertei? Pois bem, preparem os termômetros porque a temperatura pode aumentar!!! Rs

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Amsterdam apresenta motivos de sobra para atrair pessoas do mundo inteiro, sejam eles turismo, romantismo, trabalho, arte, arquitetura, cultura e até mesmo aqueles, hum… “menos familiares”, aqueles motivos que provocam risinhos maliciosos, sabe? No post que escrevi para o blog Destinos Holiday, fiz um resumo sobre a tolerância e o conceito de liberdade sexual que fazem da Holanda um país extremamente singular. A terra das tulipas é sem dúvidas o destino ideal para turistas que gostam de vivenciar de fato experiências culturais sem nenhum tipo de preconceito, por essa razão, te convido a abrir a mente, sair da bolha convencional e a mergulhar no “Curioso Mundo Chamado Red Light District!”

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A prostituição é um trabalho totalmente legal na Holanda, ou seja, as garotas de programa têm direitos trabalhistas, assistência médica, pagam impostos e promovem movimentos para lutar por melhores condições de trabalho. Para trabalhar no ramo, é obrigatório ser maior de idade (18 anos) e somente habitantes que pertencem à União Europeia podem usufruir legalmente da indústria do sexo. 

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A noite Holandesa, principalmente em Amsterdam, reserva espaço para todos os gostos e estilos, porém, o ponto turístico que mais chama a atenção dos viajantes dos quatro cantos do mundo é um lugar bastante peculiar chamado Red Light District. Um bairro onde a prostituição e a indústria do sexo literalmente prosperam. As casas de prostituição não se encontram apenas em uma região da cidade, mas o Red Light Dstrict mais famoso é sem sombra de dúvidas o “De Wallen”, um dos maiores e mais antigos bairros de Amsterdam que está situado próximo à Estação Central, tendo como característica principal ruelas estreitas (becos), contendo várias cabines alugadas por prostitutas que se exibem em vitrines tipicamente iluminadas com luzes vermelhas e vendem seus serviços fechando as cortinas, ou nos quartos que ficam no fundo das cabines.

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Os donos dos imóveis não têm – ou pelo menos não deveriam ter qualquer ligação íntima com as meninas. As ofertas desse bairro não se restringem somente às vitrines com belas garotas praticamente nuas, existem vários sex shops, teatros eróticos, casas de shows, coffee shops com venda legal de drogas e até mesmo um museu do sexo. Tudo muito sugestivo!

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 Um fato bastante curioso é que ao contrário da grande maioria das zonas de prostituição ao redor do mundo, essa região não está nem um pouco degradada e entregue ao crime. As ruas são sempre limpas, conservadas e policiamento discreto, porém constante. Uma vez que você se dispõe a desbravar o Red Light District, não cometa a gafe de sair fotografando tudo e todos, pois é ESTRITAMENTE PROIBIDO CAPTURAR QUALQUER TIPO DE IMAGEM e essa regra é rigorosamente aplicada. Por essa razão costumo dizer que o que acontece na Red Light District, fica na Red Light District. Aproveite! Rsrsrs…

Em contrapartida, é possível desfrutar de forma sublime da arquitetura tradicional e da atmosfera  histórica da cidade, bem como de restaurantes chineses e argentinos. Eu diria que a prostituição em Amsterdam se integra naturalmente à vida da cidade, pois a apenas alguns metros de distância das cabines é possível encontrar jardins, parques, igrejas e famílias que não têm absolutamente nada a ver com o mercado erótico. Amsterdam é certamente o lugar onde arte, história e cultura se aderem perfeitamente ao entretenimento adulto em meio ao contexto de liberdade. Amsterdam jamais será trivial, pois tudo o que a cidade tem para oferecer, é nada mais nada menos que inerente.

INTERCÂMBIO: SE PERDER EM ALGUM LUGAR DO MUNDO PARA SE ENCONTRAR

Intercâmbio – “ Troca constante de relações, sejam elas comerciais ou culturais entre nações.” Como o próprio nome diz, intercâmbio significa uma troca generalizada e de brinde, uma experiência de vida que só quem se arrisca a atravessar o oceano em busca de um sonho sabe do que estou falando. E pra mim, um intercâmbio, seja ele qual for (high school, curso de idioma, trabalho), resume em você se permitir viver uma outra vida.

Primeiros passos…

Sempre tive o sonho de conhecer a fundo alguma cidade aleatória em algum lugar do mundo e mergulhar na cultura local, mas nunca consegui trazer isso pra realidade, talvez por imaturidade mesmo. Em 2011, eu decidi que precisava viver algo intenso, algo que eu pudesse olhar para trás alguns anos depois e dizer com total convicção: I had the time of my life! A ideia de fazer intercâmbio caiu como uma luva… Foram alguns meses de muita pesquisa e trocas de e-mails com pessoas que realmente entendiam do assunto à procura da melhor agência e do programa que melhor correspondesse às minhas expectativas.

Planejei tudo cuidadosamente para não correr riscos e decidi que o melhor seria fazer um curso de inglês por três meses em Boston. Por que Boston? Ah porque é uma cidade que possui um extenso centro universitário e educação de altíssima qualidade, pois abriga nada mais nada menos que Harvard University e MIT Massachusetts Institute of Technology.

No dia 10 de Dezembro de 2011, às vésperas das festas de fim de ano, quando o verão estava começando no Brasil, resolvi deixar a minha zona de conforto e fui…  Choque cultural, adaptação, o diferente, o inesperado, enfim, estava tudo muito bem trabalhado emocionalmente, claro que na teoria, porque na prática… Quando cheguei em Boston e comecei a viver a experiência de fato, eu surtei. Não conseguia lidar com o tal do inusitado que eu tanto procurava. A saudade de casa, a solidão e a dúvida começaram a falar mais alto e lembro-me perfeitamente de chorar até dormir. Depois de quase um mês nesse impasse, surgiu a oportunidade de tentar algo diferente em Nova York e essa foi a melhor coisa que já me aconteceu na vida.

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 A experiência…

O fato é que hoje eu entendo que na realidade, eu me blindei a tudo e a todos durante o período em que estava em Boston e se tem uma lição que eu tirei disso foi: VOCÊ PRECISA SE ADAPTAR AO MEIO E NÃO O MEIO SE ADAPTAR A VOCÊ. Nenhum começo é fácil e estar em um país onde você não conhece ninguém e ninguém conhece você é sim assustador a princípio e claro que o desespero é inevitável, entretanto o controle emocional é primordial. Sempre vão existir momentos de saudade do abraço da sua mãe, da risada do seu pai, dos encontros com os amigos, mas não rola pegar um ônibus de volta pra casa.

Uma vez que você se dispõe e viver uma experiência internacional, é preciso estar aberto a todas as oportunidades, pois o intercâmbio te proporciona várias delas. Quando cheguei em Nova York, o ritmo da metrópole me contagiou e decidi colocar uma coisa na minha cabeça de uma vez por todas: só iria depender de mim fazer a experiência valer a pena e foi a partir desse momento que tudo começou a fazer sentido. Fiz amizades tanto na escola quanto fora dela, aprendi a entender o mapa do metrô e a usá-lo a meu favor para vasculhar ao máximo tudo o que a cidade tinha pra me oferecer… Finalmente comecei a viver uma vida que eu pudesse chamar de “minha” e os três meses chegariam ao fim em poucos dias e uma vez que eu havia entendido as leis básicas de um intercâmbio, isso soava como “tirar o doce da boca de uma criança”, então os três meses se estenderam para seis no total.

O tempo passou e eu já estava totalmente íntima do idioma local, bem como do “New Yorker lifestyle”, criei uma rotina (meio maluca, mas era uma rotina) e descobri o prazer de construir uma vida, sim, eu disse uma vida, pois eu me deparei com novos princípios e os antigos, aqueles que me fizeram aterrissar em Boston, já não faziam mais sentido. Eu tive a oportunidade de me reinventar e mesmo a quilômetros de casa a possibilidade de me sentir realizada não era remota, muito pelo contrário, ela era mais real do que nunca!

Tive que aprender a lidar com os contratempos com muita maturidade e responsabilidade, que resultaram em muito aprendizado, tanto no idioma, quanto de vida. O intercâmbio foi a melhor maneira para eu amadurecer e entender que nada daquilo era um roteiro de Hollywood, e são as dificuldades que nos tornam mais fortes, além do mais o clichê “é errando que se aprende” faz muito sentido na vida de todos os intercambistas, pois é preciso ter muita coragem pra correr o risco de tentar, errar e aprender a acertar. A chance de fazer tudo ser inesquecível é única, então, não dá pra ficar no quarto assistindo o tempo passar, é preciso correr atrás do objetivo para ter um saldo positivo de aproveitamento.

 Amizades…

Em um intercâmbio de curso de idioma, você raramente irá fazer amizades com os locais, pois em uma escala de 0 a 1000, o nível de diversidade cultural na escola é de 990, mais ou menos isso, então você irá se relacionar com pessoas do mundo inteiro.

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Alguns irão ser seus roommates e dividir quarto com você na residência estudantil ou na casa de família, outros serão seus classmates e companheiros de trabalhos em sala. Alguns serão parceiros de passeios turísticos na cidade e de viagens durante a viagem,  outros serão seus parceiros de baladas.

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Com alguns você irá manter contato por anos a fio, com outros, infelizmente não, mas cada um terá um lugar especial no seu coração para sempre e certamente, você também estará no coração dessas pessoas pelo mundo afora.

Durante o intercâmbio compartilhamos diversos momentos, sentimentos e emoções com pessoas que nunca tínhamos visto antes, isso acontece de forma tão intensa que elas se tonam “nossos amigos de infância” e uma das coisas mais tristes é ter que lidar com as despedidas que geralmente acontecem a cada mês… Eu sei que posso voltar a NY por mais um milhão de vezes, mas jamais terei o replay de tudo o que vivi durante o intercâmbio.

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A Baunilha em seu último post no Blog Embaixador STB disse: “Fazer intercâmbio me ajudou a descobrir a mim mesma e ver o mundo com outros olhos. Olhos curiosos sobre o que acontece ao meu redor. Inspirados a seguir em frente sem medo do mundo e com muito mais coragem de enfrentar os desafios e abraçar o meu destino.” É exatamente este legado que um intercâmbio deixa na vida de quem o vive. Espero ter inspirado e encorajado alguém, em algum lugar, a dar o primeiro passo em busca da melhor experiência de vida EVER!

“ÀS VEZES É PRECISO SE AVENTURAR FORA DO SEU MUNDO PARA SE ENCONTRAR”

A TERRA DA RAINHA A SEUS PÉS!

Que Londres, a capital da moda e da cultura, é um espetáculo à parte por reunir uma série de belezas que deixam qualquer um anestesiado, é um fato incontestável, então, que tal uma vista panorâmica privilegiada da surpreendente Terra da Rainha? O Passaporte Ousado dessa semana apresentará um dos cartões postais mais emblemáticos, não somente de Londres mas de toda a Europa, a incrível “Millennium Wheel”, ok, vamos usar uma linguagem mais conhecida pelos turistas do mundo afora… Estou falando da LONDON EYE, a famosa roda-gigante (e bota gigante nisso) de Londres. 

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A London Eye foi construída em cima do Rio Tâmisa (rio que banha Londres e Oxford) e inaugurada em 1999, mas problemas envolvendo segurança, só permitiram que o público tivesse acesso um mês depois. Com os seus 135 metros de altura e suas 32 cabines de vidro com capacidade para mais ou menos 20 pessoas, a London Eye chegou a entrar para o Guinness como a maior roda-gigante do mundo, mas em 2006 perdeu o título para a Singapore Flyer, com 30 metros a mais.

 

Um fato bem curioso é que a London Eye não para de girar um minuto sequer, por esse motivo, o embarque e desembarque dos turistas é feito com ela em movimento, e pra ser bem sincera, isso é um tanto que desconfortável e desesperador também, mas não se preocupe porque você vai superar, afinal, ela se movimenta muito lentamente para facilitar o embarque e desembarque e também para que os turistas possam apreciar a vista que é no mínimo MA-RA-VI-LHO-SA e capturar as melhores imagens da capital inglesa em todos os ângulos. O passeio dura em torno de 30 minutos que certamente serão eternizados em sua memória!

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Tickets

Confesso que até meia hora antes de escrever esse post, eu não tinha a menor ideia de quanto custava o ticket para a London Eye e muito menos como consegui-lo, pois quando fui para Londres, fui com uma agência de turismo e o “voo” (como costumam dizer) já estava incluso no pacote organizado pela gerente da agência Holiday Intercâmbios e Turismo, Natália Ferrari, e autora do Blog da Holiday, portanto não precisei me preocupar com absolutamente nada, mas depois de um google rápido, descobri que é possível adquirir ingressos no local e na hora do passeio, o que não é muito aconselhável, pois  geralmente a fila é gigantesca e tudo o que um turista menos quer em uma viagem é perder tempo, certo? Então, você pode adquirir seu ticket online no site oficial da London Eye e retirá-lo na bilheteria próximo à entrada da roda-gigante, com meia hora de antecedência sem stress algum…

 

Warning: É conveniente que seja pontual, afinal, você está em terras britânicas, onde o atraso é considerado um ato de deselegância total e é claro que você não vai cometer essa gafe justamente na Terra da Rainha, não é mesmo? 

 

O preço individual do ticket na hora é 18,60 libras, porém, quando a compra é feita online, o turista garante um desconto, pagando 16,74 libras, além disso, é possível fazer uma combinação de passeios em um único pacote, o que geralmente acaba saindo bem mais em conta… Isso tudo você pode encontrar no site oficial da London Eye. Escolha a opção que mais te agrada e aproveite o passeio.

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Ter tido a oportunidade de ver o Buckingham Palace, a Westminster, o Big Ben e todo o Parlamento ficando pequenininhos enquanto a London Eye suavemente girava, foi inexplicavelmente incrível e confesso que foram os 30 minutos mais lindos que vivi na capital inglesa. Quando cheguei ao ponto mais alto do voo, a sensação foi… I’M ON THE TOP OF THE WORLD!!! De Londres no caso (rsrs), e ter Londres a seus pés é o sonho de qualquer um. Se você vai visitar a Terra da Rainha, a dica é: a London Eye já é por si só um cartão postal, mas nada se compara com a vista que ela pode te proporcionar lá do alto, então saiba que esse é um passeio imperdível! Enjoy…  

 

O MELHOR GUIA DE NOVA YORK, por Pedro Andrade

Todos que me conhecem, pelo menos um pouquinho, sabem que sou uma NYC lover assumida, portanto, o post de hoje será mais ou menos uma dica incrível para quem pretende visitar Nova York, pois vou falar sobre um guia, mas não é qualquer guia, mas sim, “O Melhor Guia de Nova York”, livro escrito por Pedro Andrade, integrante do programa Manhattan Connection, que vai ao ar semanalmente na Globo News, e âncora de um programa diário na emissora americana ABC Fusion em Miami. Pedro Andrade é um “Brasileiro New Yorker” há mais de 10 anos, viajou o mundo inteiro e após três anos de trabalho como modelo na Europa, aterrissou em Nova York e logo se sentiu em casa. Segundo Lucas Mendes, Pedro é o tipo de pessoa que você adoraria se sentar ao lado e encher de perguntas, pois já explorou NY de “cabo a rabo”, conhece o “bonito” ou a “bonita” das portas das casas noturnas que agitam as noites Nova Iorquinas, conhece o maître, o garçom, o dono do restaurante e já chega intimo do prato principal e dos melhores drinks… Enfim, ele sabe com muita propriedade qual é a boa na cidade que nunca dorme.

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“O Melhor Guia de Nova York”, é um guia extremamente pessoal e particular, é como se fosse um bate-papo em que o autor apresenta os melhores locais, propondo uma leitura dinâmica e situacional através das curiosidades vividas por ele em cada canto da cidade, destacadas em “chamadas” do tipo: “Dá uma olhada”; “Ali do lado”; “Escuta essa”… Fazendo com que o leitor viaje ao local apresentado através das palavras. O guia é divido em um total de 21 tópicos:

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– Mundo: Como conhecer o mundo sem sair de NYC.

– Arte: O mundo da arte em NYC e a variedade do que se pode encontrar.

– Espetáculos: Os famosos musicais da Broadway e o Theater District.

– Jazz: As melhores casas de Jazz da cidade.

– Brunch: Não tem nada melhor do que não ter hora para acordar no fim de semana, e não tem nada mais Nova Iorquino que fazer o “casamento” do breakfast com o lunch de uma maneira bem inspirada, o famoso brunch.

– Mesa: Os melhores restaurantes para curtir um jantar em NY, que possa unir refeição e atmosfera agradabilíssimas, de acordo com o gosto de cada turista. Posso dizer que Manhattan está recheada de opções incríveis!

– Bar: Como encontrar o bar certo, na hora certa, respeitando o gosto e o bolso de cada um… Dicas não irão faltar.

– Compras: Segundo uma pesquisa realizada pelo Departamento de Turismo da cidade, o interesse primordial de latinos que vão a Nova York, é comprar! Bonito, estiloso, caro, barato, marcas, glamour, lojas exóticas, galerias, outlets e mais um monte de possibilidades… 

Esses são alguns dos tópicos abordados no guia, que sem dúvida, é um item obrigatório na checklist de quem pretende não somente conhecer, mas explorar a Big Apple.

“Neste guia, você vai encontrar muito mais do que sugestões do Pedro sobre bebida, comida, lojas, galerias e museus. Vai encontrar uma cidade que ele ama e divide noite e dia com você.” (Lucas Mendes)   

 

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Escrito por ANDRÉIA MARTINS SIMPLICIO – Apaixonada pela escrita, por Nova York e pelo mundo. Traveler, dreamer e metida a blogger…Seja bem-vindo!!! :)

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