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VALPARAÍSO E VIÑA DEL MAR – VISITE O CHILE!

As cidades de Valparaíso e Viña Del Mar estão localizadas a mais ou menos 130 km da capital chilena e por serem banhadas pelo Oceano Pacífico, formam a parte litorânea mais visitada do Chile. É possível conhecer essas duas cidades em uma day trip com saída de Santiago.

A caminho de Valparaíso, na região de Casablanca, fizemos uma parada na Rio Tinto, local onde são vendidos vários artigos chilenos, como vinhos, aperitivos, azeites (com direito a degustação) e souvenirs, por um preço bem acessível.

Valparaíso               

Valparaíso é uma cidade portuária formada por colinas. A arte de rua é uma marca registrada, portanto, os muros grafitados e as casinhas antigas e coloridas se tornam cenários de fotos para os turistas.

As características pitorescas de Valparaíso se misturam com a arquitetura histórica dos prédios espalhados pela cidade afora, um deles é a Armada do Chile, localizado na Plaza Sotomayor.

Devido à inclinação dos morros, torna-se impossível a circulação de transporte coletivo, portanto, existem ascensores, mais conhecidos como “funiculares”, que ligam a parte alta e a parte baixa da cidade. Além de serem muito utilizados pela população local, os ascensores tornaram-se um atrativo para os turistas, pois oferecem uma vista privilegiada.

PS: Visitar uma das casas do poeta chileno Pablo Neruda é um must em Valparaíso, mas por conta do feriado de Independência do Chile (Fiestas Pátrias), estava fechada.

Viña Del Mar

Embora seja muito próximo a Valparaíso, o clima e o estilo de Viña Del Mar são completamente diferentes, e a cidade é considerada um balneário para os moradores de Santiago. A nossa primeira parada foi em um relógio de flores, conhecido como um dos principais cartões postais.

Já que estamos falando de uma cidade litorânea, é claro que uma parada na praia ~ mesmo que no inverno ~ para observar a paisagem, as gaivotas e os leões marinhos, é mais que obrigatória.

Para encerrar o tour, passamos rapidamente no museu Fonck, que tem como destaque um Moai, uma estátua Rapa Nui original da Ilha de Páscoa no jardim. Essa estátua é uma das únicas que está fora do lugar de origem.

Valparaíso e Viña Del Mar não têm absolutamente nada a ver com a dinâmica e versátil Santiago, mas guardam aspectos culturais e históricos, que muitas vezes perdem destaque em grandes centros.

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UM POUCO DE SANTIAGO DO CHILE 

VALLE NEVADO – A MAIOR ESTAÇÃO DE ESQUI DA AMÉRICA DO SUL

NÃO FOI POR ACASO QUE OS PORTUGUESES SE ENCANTARAM COM AS TERRAS QUE ACABAVAM DE AVISTAR

Porto Seguro é uma pequena cidade no Sul da Bahia, famosa desde 22 de Abril de 1500 (data oficialmente conhecida como o Descobrimento do Brasil),  por seus quilômetros de falésias coloridas, vegetação de Mata Atlântica, recifes de corais, belas praias, mar azul-esverdeado, clima tropical e por aí vai… Desse jeito até nós, com GPS e toda tecnologia disponível na era digital, erraríamos o caminho para as Índias, não é mesmo?

A terra conhecida como o berço do Brasil, guarda muitos aspectos da cultura do nosso país. A animação 24h por dia toma conta das várias megabarracas pé na areia na praia de Taperapuã, entre elas Axé Moi, Tôa Tôa e Barramares. Shows e luaus embalados por muito axé music e outros ritmos populares brasileiros estão sempre presentes nas diferentes programações durante o ano inteiro. Basta acessar o site ou as redes sociais de cada barraca para conferir o schedule.

A Passarela do Descobrimento, mais conhecida como Passarela do Álcool, é um misto de lojas de artesanato e souvenirs com zona boêmia, pois logo no final da passarela, na travessa conhecida como “O Beco”, há vários restaurantes e bares, que por sinal são ótimos lugares para apreciar a típica culinária baiana.

Embora a agitação seja o carro-chefe da cidade, há quem prefira sossego, certo? Arraial d’Ajuda e Trancoso são dois distritos de Porto Seguro e vale muito a pena um bate-volta para conhecer de pertinho as belezas que estes lugares reservam.

Arraial d’Ajuda é o maior e mais famoso distrito, e para ter acesso basta pegar a balsa e pronto! As praias são consideradas tranquilas, mas em alta temporada o número de visitantes se agiganta e o agito acaba tomando conta. Uma das praias mais lindas de Arraial é a Praia de Pitinga, rodeada de falésias coloridas e restaurantes.

Trancoso fica ao lado de Arraial d’Ajuda, entretanto, mais afastado de Porto Seguro. É um lugar bastante explorado por celebridades e tem se tornado um destino super fancy nos últimos anos, com opções de pousadas e restaurantes a altura ($), entende? A Praia do Espelho é considerada uma das mais encantadoras do Sul da Bahia por reunir águas azuladas que formam piscinas naturais, falésias, pousadas e restaurantes rústicos e charmosos.

A praia de Coroa Vermelha no município vizinho Santa Cruz de Cabrália, aproximadamente 20 km de Porto Seguro, é uma ótima opção para quem curte a calmaria, pois as praias são tranquilas, limpas, de água morna e os visitantes são sempre muito bem servidos pelas barracas/restaurantes pé na areia. Para quem curte passeios históricos, vale uma visita à cidade de Cabrália, pois foi o lugar escolhido pelos portugueses para rezar a primeira missa no Brasil.

Para quem pretende dar continuidade aos passeios históricos pela Costa do Descobrimento, vale a pena visitar a Cidade Alta – uma das vilas mais antigas de Porto Seguro e o lugar onde se encontra o Marco Padrão da Posse. Quem se interessar pode também visitar as aldeias dos Índios Pataxós, acompanhar suas tradições e experimentar a culinária indígena.  Além disso, os turistas também podem conhecer a réplica da Nau Capitânia no Memorial da Epopeia do Descobrimento, um museu que aborda aspectos históricos acerca da chegada das embarcações portuguesas. Clique aqui para conferir o post que escrevi sobre o Memorial da Epopeia do Descobrimento.

Porto Seguro guarda com muito carinho todas as suas riquezas naturais, culturais e arquitetônicas de forma bem harmoniosa. A Terra Mãe faz jus aos títulos de Patrimônio Histórico Nacional e Patrimônio Natural Mundial que recebeu com o passar dos anos.

INTERCÂMBIO DE HIGH SCHOOL OU CURSO DE IDIOMA?

Fazer um intercâmbio é muito mais do que embarcar em uma viagem de férias para conhecer os pontos turísticos de um lugar. O intercâmbio promove uma real imersão cultural, fazendo com que o estudante tenha a oportunidade de expandir seus horizontes através do desenvolvimento pessoal e profissional.

Existem vários programas de intercâmbio e identificar qual deles irá corresponder aos objetivos de cada estudante, é um dos passos mais importantes. High school e curso de idioma são algumas das opções mais procuradas pelos brasileiros, e neste post vou explicar quais são as diferenças entre esses dois tipos de intercâmbio e quais são os requisitos que devem ser levados em conta no momento da escolha.

High school

High school é o mais tradicional programa de intercâmbio e proporciona ao aluno a oportunidade de estudar parte do ensino médio em uma escola regular no exterior, morar com uma família nativa e estar totalmente em contato com os aspectos culturais do país escolhido.

Requisitos

Para participar do programa de high school, é necessário que o aluno tenha entre 15 a 18 anos (podendo variar de acordo com as regras de cada país), estar cursando o ensino médio no Brasil, e ter pelo menos conhecimento intermediário de inglês ou do idioma do país escolhido. Embora o desenvolvimento das habilidades linguísticas seja parte da experiência devido ao contato diário com a língua, vale lembrar que o aluno não irá estudar somente o idioma local, mas sim estudar matérias regulares do ensino médio em uma escola particular ou pública, com estudantes e professores nativos.

Duração

Os estudantes podem cursar um semestre ou um ano letivo do ensino médio no exterior, mas dependendo do país e da disponibilidade do aluno, o tempo estimado pode variar.

Dica: Fique atento ao início do ano letivo do país onde pretende estudar, pois dependendo do lugar, o ano escolar não começa nas primeiras semanas de fevereiro como no Brasil.

Hospedagem

A opção mais tradicional e a melhor forma de imersão cultural é a hospedagem em casa de família. As famílias são rigorosamente selecionadas e oferecem aos alunos um ambiente totalmente acolhedor, tornando-os de certa forma parte da família, pois assumem algumas das responsabilidades que uma família tem com seus filhos. Cada host family tem um estilo de vida, e o grande segredo para um bom convívio é ser flexível e tolerante às diferenças.

Outra opção de hospedagem são residências estudantis, geralmente disponíveis em escolas particulares em alguns países. Essa é uma ótima opção para aqueles que querem ter uma experiência mais acadêmica e conhecer estudantes de vários lugares do mundo.

Considerações

A inscrição para o programa de high school é algo bastante complexo, pois exige o preenchimento detalhado de um application, vários documentos (pessoais e escolares), visto, exames médicos e outros detalhes, portanto, o ideal é entrar em contato com uma agência de intercâmbio, aproximadamente um ano antes da data desejada para o embarque.

Curso de idioma

Curso de idioma é a opção perfeita para aqueles que pretendem aprender ou aprimorar um idioma e ao mesmo tempo explorar as diversas atrações disponíveis na cidade escolhida.

Os alunos que participam deste programa estudam em escolas específicas de inglês (ou do idioma desejado) para estrangeiros, e têm a oportunidade de interagir com pessoas de todas as partes do mundo. As escolas estão aptas a receber estudantes com diferentes níveis de conhecimento da língua – do iniciante ao avançado, incluindo cursos específicos para testes de proficiência.

Dica: quer saber como é estudar na ELS Language Centers – Manhattan e na EC English – Toronto? Eu estudei inglês nessas duas escolas e escrevi dois posts contando em detalhes como é o método de ensino de cada uma delas. Clique nos links abaixo para conferir.

ELS Language Centers – Manhattan

EC English – Toronto

Requisitos

Geralmente a idade mínima para este programa é de 16 anos, mas diferentemente do high school, não existe um limite máximo de idade para fazer um curso de idioma no exterior, desmistificando aquela história de que intercâmbio é coisa de adolescente.

É importante que o aluno tenha maturidade e flexibilidade para lidar com as inúmeras diferenças culturais.

Duração

Uma grande vantagem deste programa é sem dúvida a flexibilidade, pois os cursos podem ter duração de duas semanas até um ano, dependendo da disponibilidade de cada pessoa. Além disso, as escolas recebem novos alunos toda semana ou todo mês em qualquer época do ano.

Dica: muitas agências organizam viagens de estudo e lazer para grupos de adolescentes durante as férias escolares. Os programas geralmente incluem acompanhamento de guias especializados e atividades direcionadas à prática do idioma, diversão e cultura.

Hospedagem

Os dois tipos de hospedagem são: casa de família e residência estudantil. Eu escrevi um post bem detalhado explicando como essas duas opções de acomodação funcionam para estudantes de curso de idioma no exterior. Clique aqui para saber mais.

Considerações

Principalmente para adolescentes que pretendem cursar o ensino médio ou até mesmo fazer faculdade no exterior, o intercâmbio de curso de idioma pode servir como um preparatório para futuras experiências.

Estar inserido em uma cultura diferente expande a nossa consciência e as nossas perspectivas, pois aprendemos a nos comunicar e a compreender o mundo, tornando-nos assim cidadãos globais.

UM POUCO DE SANTIAGO DO CHILE

Atenção senhores passageiros, neste momento o serviço de bordo está suspenso, por favor, mantenham seus cintos afivelados e preparem suas câmeras, pois vamos sobrevoar a Cordilheira dos Andes!

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Da janelinha do avião, Santiago dá as boas vindas aos turistas com uma vista digna de um grande espetáculo da natureza, que arranca suspiros e desperta olhares admirados…

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Bienvenidos a Santiago de Chile!!!

Santiago é a capital do Chile e o maior centro urbano, financeiro, administrativo e cultural do país, além disso, está privilegiadamente localizada em um vale ao lado da Cordilheira dos Andes.

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O dinamismo e a versatilidade caracterizam Santiago como uma típica cidade de grande porte, e a poluição e o trânsito muitas vezes caótico acabam perdendo destaque em meio a exuberantes parques arborizados, praças ocupadas por turistas e lindos cachorros – que infelizmente são de rua, arquitetura ora moderna e ora clássica, mostrando que Santiago oferece um pouco de tudo.

A região central da cidade é repleta de pontos turísticos, como: Plaza de Armas, Palacio de la Moneda, bairros boêmios e históricos, museus, monumentos, universidades e muito mais!

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Os cerros de Santa Lucía e de San Cristóbal são dois grandes marcos de Santigo e recebem turistas de todas as partes do mundo. O Cerro de Santa Lucía está localizado bem na região central e oferece dois mirantes com uma vista incrível da cidade a céu aberto. A minha dica é que você coloque o seu tênis mais confortável e se prepare fisicamente, pois são muitos degraus, mas a vista compensa! O cerro de San Cristóbal é mais alto e faz parte do Parque Metropolitano de Santiago, mas infelizmente não tive tempo de visitá-lo. PS: Vale mencionar que a visita aos cerros e até mesmo a subida até os mirantes são totalmente gratuitas.

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Em agosto de 2015 foi inaugurado em Santiago o maior prédio da América Latina! Com 62 andares e 300 metros de altura, o Sky Costanera apresenta dois mirantes com uma vista da capital chilena em 360 graus – que é de tirar o fôlego de tão linda!

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O Sky Costanera está aberto para visitação durante todos os dias do ano das 10h às 22h. De segunda a quinta adultos pagam 5.000 pesos e crianças 3.000 pesos. De sexta a domingo, adultos pagam 8.000 e crianças 5.000 pesos. Eu já tive a oportunidade de ver algumas cidades emblemáticas do alto de alguns arranha-céus, mas confesso que Santiago do topo do Sky Costanera e com a cordilheira ao fundo, foi uma das coisas mais lindas que já presenciei.

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Devido a técnicas específicas, clima, solo adequado e a utilização das uvas cabernet sauvignon, carmènere, merlot e muitas outras, o Chile é atualmente considerado um dos melhores produtores de vinhos do mundo e abriga a renomada vinícola Concha y Toro. Um passeio imperdível para quem vai visitar Santiago é sem dúvida conhecer pelo menos uma das muitas vinícolas espalhadas pela cidade afora. Eu visitei a vinícola Undurraga e ao final do tour tivemos uma degustação de vinhos típicos chilenos.

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Por conta do feriado de Independência do Chile (Fiestas Patrias), não consegui visitar vários pontos turísticos que estavam na minha lista de “must visit places em Santiago”, como: Museo de la Memoria y los Derechos Humanos, Casa Museo La Chascona – antigo lar do poeta Pablo Neruda e muitos outros… É, ficou aquele sentimento de “queria ter ficado um pouquinho mais”.

A minha dica para quem pretende visitar Santiago é: não subestime o destino por ser geograficamente próximo ao Brasil e ter um idioma relativamente parecido com o nosso português. Pode ter certeza que a cultura chilena atrelada a todos os aspectos históricos irão te surpreender, assim como me surpreenderam!

Clique aqui para conferir o post que escrevi sobre o Valle Nevado!

MEMORIAL DA EPOPEIA DO DESCOBRIMENTO EM PORTO SEGURO

Porto Seguro: clima tropical, belas praias, hospitalidade baiana e mais, muito mais! Mas isso tudo é assunto para um outro post, pois hoje vou falar um pouquinho sobre um lugar cheio de história… O Memorial da Epopeia do Descobrimento é um museu que aborda aspectos históricos acerca da chegada das embarcações de Pedro Álvares Cabral em Porto Seguro, onde se iniciou a colonização portuguesa em terras que mais tarde seriam chamadas de Brasil.

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Idealizado pelo professor Wilson Cruz e inaugurado em 2003, o Memorial se tornou um dos principais pontos turísticos da rota do descobrimento em Porto Seguro, e está localizado na Avenida Beira Mar, 800 – Orla Norte. É um lugar bem bonito, com várias plantas típicas brasileiras e uma delas é o tradicional Pau Brasil.

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A entrada custa em torno de 15 reais e crianças menores de 12 anos não pagam. A visita é acompanhada por jovens guias indígenas Pataxós, que por sua vez, são considerados um dos povos mais antigos do Brasil, e os primeiros nativos aqui encontrados pelos portugueses.

O museu é dividido basicamente em três espaços: um salão com objetos e mapas em homenagem aos portugueses, uma oca com artigos indígenas, e uma réplica em tamanho original da Nau Capitânia. Em um primeiro momento os guias acompanham os visitantes e explicam bem rapidamente os fatos históricos abordados a respeito da colonização. Depois disso os turistas podem ficar à vontade para fotografar e voltar aos pontos visitados. O lugar mais interessante do museu é sem dúvida a réplica das caravelas de Pedro Álvares Cabral.

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A visita ao museu é bem rapidinha (uma hora no máximo) e não compromete nem um pouco o dia de sol e praia que os turistas tanto valorizam em Porto Seguro. Visitar o Museu da Epopeia do Descobrimento é na realidade uma aula prática e objetiva de História do Brasil, pois nos remete ao passado e nos faz refletir sobre fatos históricos relacionados às nossas raízes, ali, no berço da nação brasileira.

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VALLE NEVADO – A MAIOR ESTAÇÃO DE ESQUI DA AMÉRICA DO SUL

O Valle Nevado é um Ski Resort localizado a mais ou menos 50 quilômetros da capital chilena, Santiago. Foi um projeto franco-chileno inspirado na Estação de Esqui francesa Lê Arcs, entretanto, o Valle Nevado apresenta aos turistas um grande diferencial, pois encontra-se em um lugar totalmente único: na Cordilheira dos Andes, a 3000 metros acima do nível do mar. Atualmente é a maior Estação de Esqui da América do Sul e oferece ótimas pistas para a prática de esportes de inverno. Tanto experts, quanto iniciantes podem desfrutar dessa aventura nas montanhas utilizando as pistas sinalizadas de acordo com o seu nível.

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Como dito anteriormente, o Valle Nevado está a mais ou menos 50 quilômetros de Santiago, porém, o tempo estimado para chegar até lá depende muito da época do ano. Em alta temporada de inverno (de 26 de junho até 25 de setembro, mais ou menos), é um período de fluxo turístico intenso e muita neve, portanto, muitos carros sobem ao mesmo tempo e a estrada fica bastante escorregadia, sendo necessário o uso de correntes nos pneus. Neste caso, pode-se levar até quatro horas ou mais para subir. Ao final do mês de setembro a neve vai se extinguindo e o gelo começa a derreter e dependendo do dia os turistas levam de duas a duas horas e meia para chegar até lá.

IMPORTANTE: A estrada até o Valle Nevado tem um total de 60 curvas extremamente sinuosas, por esta razão, é mais seguro alugar um transfer em alguma agência de turismo em Santiago, pois os motoristas já conhecem a estrada e sabem o que fazer em casos de neve e movimento intenso durante a viagem. NÃO VÁ POR CONTA!!!

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Para a galera que pretende esquiar ou praticar snowboard, é necessário alugar equipamentos e roupas impermeáveis, como casaco, calça, botas, luvas, capacete, googles… Vale lembrar que para aqueles que apenas pretendem “brincar na neve”, as roupas impermeáveis são muito úteis. É importante se agasalhar muito bem, pois a temperatura e a sensação térmica são muito baixas durante a temporada de inverno.

DICA: Alugue roupas e equipamentos antes de chegar ao Valle Nevado, pois assim você irá economizar uns bons pesos chilenos.

Nós paramos em uma loja que fica no caminho para o Valle Nevado. Eu não esquiei por motivos de: eu não tenho habilidade em nenhum tipo de esporte e muito menos em esportes radicais de inverno. Bateu um certo arrependimento por não ter tentado? TALVEZ… Mas quem sabe na próxima, né? Como eu não esquiei, eu não aluguei os equipamentos, somente casaco, calça, botas e luvas, por um total de 29.000 pesos, o que equivale a mais ou menos 145 reais. PS: A galera que esquiou alugou os equipamentos por 20.000 pesos nessa mesma loja.

Ao chegar ao Valle Nevado, quem for esquiar ou praticar snowboard, precisa comprar um ticket no valor de 40.000 pesos (este valor pode variar dependendo da época do ano ou da promoção do dia), para ter acesso às gôndolas que levam até as pistas. Para quem não vai praticar nenhum esporte, tem um transfer que leva os turistas gratuitamente até os restaurantes e lojinhas, com uma vista incrível das pistas.

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O Valle Nevado é uma estação específica para turistas que querem esquiar ou praticar snowboard, porém existe uma outra estação chamada Farellones, que é praticamente um “playground de neve”, com várias atividades divertidíssimas, como tubing, tirolesa, entre outras… Nós não visitamos Farellones, pois estávamos no meio de setembro e já não tinha mais neve por lá :(. Por este motivo, fomos para um lugar próximo ao Valle Nevado, onde tinha uma “montanha” para que pudéssemos ter a experiência na neve sem necessariamente esquiar.

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O Valle Nevado é incrível, mas o caminho até lá é simplesmente deslumbrante. Subir a Cordilheira e ver de perto a montanha nevada me transmitiu a sensação de estar no topo do mundo (ou pelo menos no topo da América do Sul) e a impressão que eu tenho é que foto nenhuma consegue retratar a real imagem que meus olhos visualizaram… Subir até o Valle Nevado, sentir um pouquinho de dor de cabeça e até falta de ar, com certeza foi uma das experiências mais incríveis que já tive até hoje. Gratidão por tudo isso, natureza!

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A Michelle Alves do blog e do canal Cabide Colorido fez um vlog superlegal mostrando como é esquiar no Valle Nevado. Clique aqui para conferir

10 LIÇÕES E ALGUNS DESTINOS

Dias atrás eu estava tentando listar mentalmente, alguns legados que passei a carregar comigo depois de visitar certos lugares e viver experiências culturais. Resolvi então reunir todos esses pensamentos em um texto, pois assim eu consigo sistematizar minhas ideias. Vamos começar?

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1 – Acho que o primeiro grande aprendizado que tirei de uma viagem, foi durante um cruzeiro que fiz em Janeiro de 2011, cujo roteiro incluía visitar Buenos Aires e Punta Del Este. Essa foi a primeira vez que viajei para fora do país e além de conhecer lugares, pude também conhecer diversas culturas, pois os tripulantes vinham de todas as partes do mundo e falavam qualquer idioma, menos Português. Foi durante essa viagem que eu percebi que existia um mundo gigante fora da minha bolha e que não seria uma má ideia começar a explorá-lo aos pouquinhos.

2 –  Em Boston eu entendi a importância das coisas mais simples da vida. O café da tarde na casa dos meus avós. O almoço de domingo em família. As conversas com os amigos. A presença física dos meus pais em todos os momentos, mas principalmente nas horas de aperto. Um abraço acolhedor e uma mão para segurar quando a estrada estivesse escorregadia… Sempre me considerei uma pessoa independente sentimentalmente falando, mas foi longe disso tudo, que me descobri muito mais apegada do que pensava.

3 –  Em Nova York eu aprendi que tudo bem se os meus planos iniciais tomarem rumos diferentes ao longo do tempo. Não tem como planejar minuciosamente o futuro, me privar de correr riscos e não me deparar com o inusitado em alguns momentos. Foi justamente o inusitado que me fez enxergar tudo a minha volta com olhos curiosos e dispostos a seguir em frente sem muito medo do mundo. Sem medo de sonhar alto.

4 – Ainda em Nova York, eu aprendi que pode ser que os meus sonhos me levem para longe das pessoas que mais amo na vida, porém, não existe distância para a  veracidade dos sentimentos que nos unem. O meu porto seguro sempre estará no meu coração.

5 – Londres me ensinou que quem converte é prevenido e pode se divertir muito! Viajar através dos meus próprios recursos, administrar os meus gastos respeitando a minha realidade e ao mesmo tempo viver experiências e conhecer lugares de tirar o fôlego, me fez entender que não existe limite para realizar sonhos.

6 – O meu único dia em Oxford me fez reconhecer que enfrentar os perrengues com uma galera torna a viagem ainda mais especial. A tempestade que enfrentamos na fila de entrada para o Christ Church University (um dos colleges da Universidade de Oxford), leva o título de um dos momentos mais bizarros de toda a viagem. Essa se tornou uma história muito nossa e somente nós conseguimos chorar de tanto rir do nosso desespero.

7 –  Eu aprendi muitas coisas  relacionadas aos aspectos culturais presentes no dia a dia da capital francesa, inclusive compilei todos esses aprendizados em um post – clique aqui para conferir. No geral, eu aprendi com os parisienses que não é obrigatório, porém simpático por parte dos turistas, ter na ponta da língua pelo menos o básico do vocabulário local e aplicá-lo vez ou outra em conversas aleatórias com os nativos.

8 – Em Amsterdam, a tolerância em questões como drogas, sexo, religião e liberdades individuais quebra tabus, fazendo com que assuntos de relevância social se integrem naturalmente à cultura da capital holandesa. Sendo assim, aprendi que a evolução humana na prática, é a capacidade que temos de conviver com as infinitas verdades de maneira flexível e cristalina.

9 – Em Toronto eu percebi que sozinha ou em grupo, tanto faz, contanto que eu viaje e viva experiências longe da minha zona de conforto. Eu tive muita convicção do meu desejo incontrolável de ir – para qualquer lugar, mas ir, explorar, experimentar, ver com os meus próprios olhos, aprender e viver.

10 – Por fim, reservo este espaço para todas as experiências que ainda não tive, todos os lugares que ainda não visitei, todas as pessoas que ainda não encontrei e todas as lições que ainda não aprendi. E que isso seja apenas uma questão de tempo…

CASA DE FAMÍLIA OU RESIDÊNCIA ESTUDANTIL – QUAL TIPO DE ACOMODAÇÃO ESCOLHER DURANTE O INTERCÂMBIO?

Ohh dúvida cruel

O tipo de acomodação/hospedagem a ser escolhida durante um programa de intercâmbio é uma das decisões mais importantes. Geralmente os dois tipos de acomodação oferecidos para programas de estudo no exterior são: Casa de Família e Residência Estudantil. Ambas oferecem uma vasta troca cultural, mas é fundamental que o estudante entenda as principais diferenças entre uma e outra e saiba identificar qual opção melhor condiz com o seu estilo e com seus objetivos durante a viagem.  

CASA DE FAMÍLIA (HOMESTAY)

A opção homestay consiste em famílias nativas ou de imigrantes (que tenham o idioma local como o principal), que estejam dispostas a receber estudantes de outros países. O recrutamento dessas famílias é de responsabilidade do departamento de acomodação das escolas de idioma, e não das agências de intercâmbio. Existe todo um processo de seleção e preparação das famílias, portanto, somente aquelas que se adequam às exigências elencadas pelas escolas (limpeza, cordialidade, conforto, perfil psicológico), estão aptas a receber os alunos.

É de suma importância lembrar que uma família não é necessariamente composta por uma mãe, um pai, dois filhos e um poodle. Contanto que a família esteja de acordo com os pré-requisitos das escolas, os estudantes podem sim ser recebidos por um casal de idosos, mães ou pais solteiros, entre outras possibilidades. Outro detalhe importante é que na maioria das vezes, as casas estão localizadas em áreas mais distantes da parte central da cidade e até mesmo das escolas.

Uma vez que o aluno decide se hospedar em casa de família, o mesmo recebe um application, que deve ser preenchido com algumas informações pessoais solicitadas. Neste application, o estudante informa se ele apresenta algum tipo de alergia, restrição ou intolerância alimentar, se faz uso de algum tipo de medicamento controlado, entre outras informações…

Geralmente a opção hospedagem em casa de família inclui duas refeições (café da manhã e jantar), quarto individual e banheiro compartilhado ou não. Cada família apresenta um estilo de vida com regras e hábitos que certamente serão diferentes dos seus. Tudo isso é explicado pelos anfitriões logo no primeiro dia. Caso haja problemas reais de convivência, o departamento de acomodação da escola deve ser notificado, desta forma, os responsáveis irão tomar as devidas providências.

A imersão cultural é fantástica e os alunos têm a oportunidade de entender como é a vida de um local na íntegra. Mas é importante ressaltar que os hosts não têm a obrigação de tratar seus intercambistas como membro da família e muito menos satisfazer certas vontades. Tenha em mente que você está alugando um quarto na casa de alguém e o bom senso sempre abre portas para um bom relacionamento.

PS: Para facilitar a aproximação entre estudantes e anfitriões, é interessante, porém não obrigatório, que os intercambistas presenteiem seus hosts com alguma lembrancinha (chaveiros, por exemplo), demonstrando assim cordialidade e gratidão. Outra dica legal, é preparar algum prato típico do Brasil… Não precisa ser nada muito incrível. Os gringos amam o nosso tradicional brigadeiro! 

RESIDÊNCIA ESTUDANTIL

As residências estudantis podem ser definidas como repúblicas ~ completamente diferentes das repúblicas universitárias conhecidas no Brasil ~ e geralmente têm parcerias com várias escolas e universidades. Apesar de ser uma opção de acomodação mais ‘descolada’, as residências são administradas como se fossem hotéis mesmo e a segurança é extremamente eficaz 24 horas por dia.

As comodidades variam muito de residência para residência, mas em geral, o estudante pode escolher entre compartilhar ou não quarto e banheiro com um ou mais intercambistas do mesmo sexo e nacionalidades diferentes. Geralmente as residências não disponibilizam nenhum tipo de alimentação, porém, oferecem serviço de quarto uma vez por semana (na maioria das vezes), cozinha, lavanderia e área de lazer compartilhadas. Além disso, as studenthouses costumam ser mais centralizadas e próximas às escolas e universidades.

Devido à interação com pessoas de vários lugares do mundo e até mesmo com nativos, a troca cultural é inevitável e além disso, o aluno também pratica o idioma local a todo momento, afinal, todos estão ali com o objetivo de aprender ou aprimorar uma língua.

PS: Brasileiros estão por todas as partes, portanto, cuidado para não ficar na zona de conforto e interagir somente com pessoas da sua nacionalidade. Permita-se conhecer outros estilos de vida.

 

Independente de qual acomodação escolher, tenha em mente que ser flexível e estar aberto a novas relações, enriquece ainda mais a experiência cultural. Abra a sua mente! QUER MAIS DICAS? NESTE POST EU SELECIONEI SEIS COISAS QUE TODO INTERCAMBISTA PRECISA SABER, CLIQUE AQUI E CONFIRA!

PS: Obrigada a queridíssima Natália Ferrari, gerente da agência de intercâmbio Intercultural em Dourados, MS, que gentilmente revisou este post antes de ser publicado. Nada melhor do que receber um help de uma expert em todos os assuntos relacionados a esse universo chamado intercâmbio, não é mesmo? 

NIAGARA FALLS ATRAVÉS DO MIRANTE CANADENSE

Niagara Falls são consideradas uma das maiores belezas naturais da América do Norte e estão localizadas no Rio Niagara, rio que corre do Lake Erie até o Lake Ontario, fazendo divisa entre a província de Ontario (Canadá), e o estado de New York (Estados Unidos). As falls são compostas por três quedas:

*Horseshoe –  encontra-se em maior extensão no lado canadense e é a maior e mais bela, com aproximadamente 53 metros de altura e 671 metros de comprimento e ainda recebe em torno de 90% do volume de água do Rio Niagara.

*American Falls – localizada totalmente no lado americano, sua altura varia entre 21 metros e 34 metros e recebe apenas 10% do volume do Rio Niagara.

*Bridal Veil – apresenta as menores quedas d’água (aproximadamente 17 metros de altura) e também está localizada no lado americano.

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O tour foi organizado pela agência de turismo terceirizada pela EC – escola de inglês onde estudei em Toronto. O pacote incluía: visitar uma vinícola local, algumas horinhas em Niagara-On-The-Lake, Niagara Falls através do mirante canadense e um tempinho para compras no outlet. Além disso, fazia parte do passeio admirar as belíssimas paisagens no caminho até as Cataratas.

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Nossa primeira parada foi em uma local winery para uma degustação de vinhos, incluindo o famoso Icewine – produzido através de uvas congeladas em condições naturais nas videiras durante o inverno. O Icewine é extremamente doce, portanto, os canadenses costumam servi-lo como sobremesa.

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Seguindo em direção às Cataratas, fizemos uma segunda parada em uma charmosa cidadezinha chamada Niagara-On-The-Lake. Tivemos mais ou menos 1h30min para caminhar pelo centrinho histórico da cidade. As principais atrações são as vinícolas ao redor, os cafés e restaurantes lotadíssimos, monumentos históricos, um parque com vista para o Lago Ontario e claro, as inúmeras sorveterias – que segundo a nossa guia estão entre as melhores do Canadá.

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Chegando nas Cataratas, é possível observar que elas estão totalmente integradas à cidade – Niagara Falls. É possível observar tudo através do mirante canadense, inclusive a Rainbow Bridge – ponte que cruza o Rio Niagara e liga as duas extremidades. Existem vários passeios para apreciar melhor a imponência das Cataratas, como por exemplo: torres de observação, sendo que a mais famosa é a Skylon Tower; Maid of the Mist – embarcação que leva os turistas até a base das Cataratas. Há também outros passeios legais, mas além disso, a Clifton Hill street atrai vários turistas por reunir um monte de restaurantes temáticos, lojinhas, uma roda-gigante (Niagara Skywheel) e até cassinos.

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PS: não entrei em detalhes em relação ao lado americano porque não o visitei, mas segundo relatos, a melhor vista é a do mirante canadense.

Niagara Falls está a menos de duas horas de Toronto, portanto, este é o tipo de passeio imperdível para quem está visitando a cidade, mas confesso que os brasileiros que conhecem as nossas imponentes Cataratas do Iguaçu, não irão se surpreender muito com as Cataratas do Niagara. Entretanto, analisando pelo lado cultural, o tour foi sensacional e eu recomendo! Só fazendo um adendo… O Icewine é um verdadeiro tesouro da  região de Niagara, o sorvete de Niagara-On-The-Lake é irresistível e a pizza e os muffins sem glúten que comi estavam show! hahahaha

TORONTO CITY PASS

Olá pessoal, tudo bem? Hoje vou contar para vocês como o City Pass me ajudou a economizar um bons dólares lá na terra do Maple Syrup e ao mesmo tempo me possibilitou visitar os principais pontos turísticos de Toronto…

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O City Pass é um passe utilizado em várias cidades do mundo e permite que os visitantes conheçam os principais pontos turísticos por um preço significativamente menor,  comparando-se ao valor individual dos tickets.

O City Pass de Toronto custa C$ 73,65 já com as taxas e estima-se a economia de até 45%. A compra pode ser realizada pelo site oficial ou em qualquer bilheteria das atrações que aderem ao boleto. Os pontos turísticos oferecidos pelo City Pass de Toronto são: CN Tower, Casa Loma, Toronto Zoo, Royal Ontario Museum e Ontario Science Centre.

A partir da primeira visita à primeira atração, o turista tem nove dias seguidos para percorrer os demais pontos sem que o boleto expire. A minha dica para a sua maratona turística é: PROGRAME-SE COM ANTECEDÊNCIA para evitar imprevistos nos últimos dias. Algo interessante e que facilita a vida dos visitantes é que o TTC (meio de transporte público de Toronto) tem fácil acesso a todas as atrações.

CN TOWER

Com 553 metros de altura, a CN Tower é o marco que todos procuram no horizonte de Toronto e a diversão já começa dentro do elevador panorâmico. A torre está situada na parte central da cidade, próxima ao Lake Ontario e ao estádio Rogers Centre.

A CN Tower apresenta dois decks de observação, sendo o primeiro a 346 metros e o segundo a 447 metros de altura. Nem preciso dizer que a vista lá do alto é sensacional e digna de muitas fotos, né? Além disso, outra atração que gera muitas expectativas é o famoso glass floor – chão de vidro. Caso os turistas queiram desfrutar de um jantar com uma vista privilegiada de Toronto, vale a pena visitar o restaurante giratório 360.

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TORONTO ZOO

O Toronto Zoo é considerado o maior zoológico do Canadá e apresenta mais de 450 espécies de animais, sendo o urso polar uma das principais atrações. O zoológico é enorme e está divido em vários pavilhões. DICA: Pegue um mapa já logo na entrada!

Algo interessante e que merece ser mencionado é que há vários trabalhos de pesquisa, reprodução, conscientização e conservação animal.

Ao contrário da CN Tower que encontra-se no coração de Toronto, o zoo está em uma área bem afastada da cidade, mas o acesso ao local é extremamente funcional através do TTC. AVISO: Escolha um dia ensolarado para aproveitar ao máximo a sua visita!

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CASA LOMA

A Casa Loma é um palácio com estilo neo-romântico, construído em 1911 e foi a residência de Sir Henry Pellatt – um riquíssimo economista, mas que por problemas financeiros teve que abandonar a mansão alguns anos depois.

Boa parte da mobília e demais detalhes continuam intactos e atualmente o castelo é um dos principais pontos turísticos de Toronto, bem como cenário de filmes. Tanto interna, quanto externamente, é possível observar o tradicionalismo que marca a história de uma época.

DICA: Não deixe de subir nas torres e observar a vista privilegiada da cidade em vários ângulos!

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ROM – ROYAL ONTARIO MUSEUM

O Royal Ontario Museum foi aberto oficialmente ao público em 1912 e é o maior museu do Canadá. O ROM apresenta 40 galerias com temas diversificados e só a fachada do museu já é um convite irrecusável para entrar em contato com o melhor da história e da cultura mundial em vários aspectos. Lembre-se de reservar bastante tempo para a visita!

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ONTARIO SCIENCE CENTRE

O Ontario Science Centre é um museu que apresenta exposições interativas sobre tudo o que diz respeito à ciência. É um passeio ideal para ser feito principalmente com crianças, pois elas aprendem brincando… Eu particularmente não curti muito (talvez porque estou velha demais rsrs) e acho que é o único lugar que talvez eu não conheceria caso não tivesse comprado o City Pass. Não quero desmerecer o local, entretanto, tudo é uma questão de personalidade, certo?

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De um modo geral eu achei válido ter utilizado o City Pass em Toronto e super indico aos turistas e principalmente aos estudantes, pois é uma das maneiras mais econômicas de visitar os pontos turísticos considerados imperdíveis da capital de Ontario!