POR QUE EU ESCREVO?

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Quem me conhece ou me acompanha aqui no blog e nas redes sociais, sabe que tenho usado a escrita como ferramenta ideal para reviver momentos incríveis, sonhar com o inusitado e inspirar outras pessoas… Lendo os posts da Stephanie Noelle do blog Chez Noelle, me deparei com um texto bem interessante – que a meu ver pode até ser considerado um tipo de tag. POR QUE EU ESCREVO? Boa leitura…

O que eu ando escrevendo?

Minha maior paixão é viajar e conhecer culturas diferentes, por essa razão, encontrei nas palavras a oportunidade perfeita para contar um pouquinho do que me proponho a aprender sobre o mundo através das minhas viagens e deste modo compartilho minhas experiências com alguém mais.

Embora o foco maior seja escrever sobre viagens, a escrita me proporciona a oportunidade de estar em contato com os meus sentimentos de uma maneira bem mais íntima, portanto aproveito este espaço para também compartilhar textos sobre comportamento. Ter um foco não significa que temos a obrigação de viver apenas em função daquilo, é importante trilhar outros caminhos para conhecer nossas próprias habilidades.

Como minha escrita se diferencia de outras no gênero?

Pra ser bem sincera, não acho que minha escrita tenha um grande diferencial. O meu blog é um blog de viagem, mas com um estilo diarinho, entende? Não costumo dar muitas dicas técnicas (valores exatos, documentação, roteiros e coisas do tipo), costumo compartilhar minhas experiências e relatá-las através do meu ponto de vista, o que torna a minha escrita mais pessoal.

O que me preocupa bastante é a fidedignidade do conteúdo que compartilho. Antes de começar a escrever, faço uma pesquisa minuciosa sobre o tema e com isso adquiro conhecimento. Outra coisa que tomo muito cuidado é com questões gramaticais –  novas regras, evitar repetição de palavras, pontuação e acentuação de forma correta e por aí vai…

Por que eu escrevo?

Sempre gostei de escrever sobre qualquer coisa e as aulas de redação na escola eram as minhas preferidas, mas por imaturidade da minha parte nunca havia explorado esse hobby.  Há pouco mais de um ano, passei por um momento meio “down” e ao invés de ficar lamentando por aquilo que não havia alcançado, tentei encontrar algo que eu gostasse de fazer e que ocupasse minha mente de uma forma positiva. ESCREVER SOBRE VIAGENS!

Como já disse anteriormente, escrever sobre viagens me faz reviver momentos incríveis, me motiva a pensar nos próximos destinos e refletir sobre meus sonhos e metas. Além disso, percebi que tenho despertado em outras pessoas a curiosidade de descobrir algo inusitado longe da tal zona de conforto.

Como eu escrevo?

Geralmente costumo anotar minhas ideias de posts em um aplicativo do celular que serve como um bloquinho de notas. Para escrever de fato, gosto de estar no meu quarto de porta fechada, sentada na cama com o computador apoiado em uma almofada no meu colo (eu sei que minhas costas não aprovam isso) e de preferência à noite. É durante a madrugada que consigo organizar melhor meus pensamentos e inspirações.

Tenho o hábito de escrever tudo primeiro no Word para depois passar para o WordPress. Adiciono as devidas imagens e então peço para que minha mãe leia e corrija possíveis erros (agradecimentos especiais a minha mãe que nunca se negou a ler um post sequer). Gosto de escrever à mão também e apesar de a minha letra não ser lá das melhores, acho que isso evidencia não somente a minha, mas a nossa personalidade.

Tenho tentado escrever meus posts com antecedência e deixá-los agendados para os dias que pretendo publicá-los, desta forma consigo evitar certos contratempos e sempre disponibilizar conteúdo novo no blog. Entretanto, confesso que essa tática não tem surtido muito efeito, mas estamos em processo de execução. Rsrs…

Como eu supero bloqueios criativos?

Por incrível que pareça, costumo ter bloqueios criativos quando tenho muitas ideias ao mesmo tempo (contraditório? Talvez…) Isso aconteceu recentemente quando voltei de Toronto, pois tinha tantas coisas legais para escrever que meu cérebro simplesmente travou e eu não conseguia estruturar meus pensamentos e dar lógica aos temas. Não tive alternativa, apenas dei um tempinho para mim mesma e pronto, problema resolvido!

Depois que criei o blog, a escrita passou a ocupar boa parte do tempo que eu teria livre. De tanto lidar com as palavras e exigir o máximo da minha criatividade, chega um momento que o bloqueio é inevitável. Entre um desespero e outro achando que nunca mais seria capaz de escrever novamente, percebi que olhar fotos me ajuda a dar sentido aos meus pensamentos e isso acelera significativamente o processo de desbloqueio criativo… Fotos de viagens, fotos antigas, recentes, fotos de outros blogs, enfim, fotos…

A escrita sempre soou como algo libertador para mim, pois gosto de brincar com as palavras e criar conteúdos. Escrevo sobre viagens, sobre comportamento, no Twitter, em legendas de fotos no Instagram e Facebook, cartas, frases em bloquinhos de anotações… GOSTO DE ESCREVER… E lá no fundo do meu coração tem uma voz me dizendo a todo momento: “É a escrita que vai me ajudar a chegar exatamente onde estão os meus maiores sonhos.”

MEMORIAL 11 DE SETEMBRO

Os ataques ao World Trade Center (Nova York), ao Pentágono (arredores de Washington D.C.) e o voo 93 que caiu na Pensilvânia, fizeram do dia 11 de Setembro de 2001, uma data que certamente todos gostariam de apagar do calendário, ou até mesmo fazer de conta que tudo isso não passou de um filme de ação muito bem executado. Há muitas especulações a respeito, mas nenhum argumento é capaz de acalentar o coração daqueles que perderam seus entes queridos de forma tão trágica e desumana.

Em tributo aos quase 3000 mil mortos não somente nos atentados de 11 de Setembro de 2001, mas também aos mortos no atentado em 26 de Fevereiro de 1993, foi fundado o National September 11 Memorial and Museum, localizado no espaço do WTC.

Aberto ao público em 11 de Setembro de 2011 (10 anos após os atentados), o local projetado pelo arquiteto Michael Arad e sua equipe foi minuciosamente idealizado com o intuito de que todos refletissem sobre o ocorrido de uma maneira especial. (Reflecting Absence).

North and South Pool

O Memorial conta com duas piscinas (North and South Pool), localizadas exatamente onde se encontravam as Torres Gêmeas (Marco Zero). Cada piscina apresenta uma forte queda d’água em seu interior, transmitindo um grande vazio aos olhos de quem observa. Ainda como parte da homenagem prestada, o nome de cada uma das vítimas foi escrito em bronze nas bordas das piscinas.

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Survivor Tree

O local é extremamente arborizado e desfruta da presença da ‘Survivor Tree’, a única sobrevivente à tragédia e encontrada coberta de cinzas no meio dos escombros. Essa árvore foi levada para um local de recuperação no Bronx e depois foi replantada no 9/11 Memorial como símbolo da persistência de continuar vivendo apesar de tudo.

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National September 11 Museum

O National September 11 Museum, é um museu dedicado ao trágico evento de 11 de Setembro de 2001. Infelizmente não o visitei, pois quando fui ao Memorial em 2012, ele ainda estava em construção. O museu foi inaugurado em Maio de 2014 com o lema ‘Never Forget’.

Neste museu são exibidas fotos que marcaram os atentados, objetos deixados pelas vítimas, partes dos destroços dos prédios e várias gravações em áudio. É um espaço carregado de emoções e acredito que seja um lugar onde lembranças adormecidas se transformam em história revivida.

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WTC1 ou Freedom Tower

Oficialmente inaugurado em Novembro de 2014, o Freedom Tower é o prédio número um do World Trade Center. Com uma gigante estrutura de aço e vidro, 104 andares e 542 metros de altura, a torre é atualmente o prédio mais alto dos Estados Unidos e atua de forma imponente no horizonte de Manhattan.

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O National September 11 Memorial and Museum está localizado na 200 Liberty Street, Nova York, NY, 10006 (Lower Manhattan), e a melhor maneira de chegar ao local é através da linha E do metrô. A visita ao Memorial pode ser realizada de forma gratuita, mas para adentrar no museu é necessária a compra do ticket no valor de $24.

Há quem diga que o Memorial é um lugar carregado de energias negativas e que pode ser tranquilamente evitado. EU DISCORDO! Tenho para mim que este é um lugar que nos permite vivenciar o presente, e ao mesmo tempo nos remete ao passado e ao futuro de forma reflexiva através da seguinte pergunta: “Do que mais o ser humano é capaz?” É inexplicável a sensação de estar exatamente onde foi escrita a história que abalou o mundo.

COMO É ESTUDAR INGLÊS NA EC ENGLISH – TORONTO… ?

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A EC English é uma escola relativamente nova, pois sua primeira unidade foi fundada em 1991 em Malta. Atualmente atua em cinco países – Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Malta e África do Sul. As escolas estão localizadas em cidades totalmente emblemáticas e nos fazem sentir o verdadeiro prazer de estudar o idioma – Inglês ou Francês.

Importante ressaltar que a EC encontra-se também em Montreal, cidade bilíngue do Canadá, onde a língua francesa se sobressai no dia a dia dos locais. Por essa razão, os alunos podem optar pelo English and French Bilingual Programme. Esse programa permite o aprendizado dos dois idiomas ao mesmo tempo… Incrível né?

Passei um mês estudando na EC em Toronto e no post de hoje vou descrever minha experiência e impressões a respeito da escola. Localizada na Eglinton Ave West a EC é extremamente aconchegante e é impossível não se sentir em casa já logo no primeiro dia.

Primeiro dia de aula na EC English Toronto

No primeiro dia de ”aula” que na realidade nem é aula, todos os newcomers são submetidos a um teste de nivelamento. Em um primeiro momento os teachers recebem os estudantes com uma breve conversa, abordando alguns assuntos relacionados aos interesses de cada um no idioma. Na realidade esse é o speaking test, que é tão espontâneo que de fato parece uma simples conversa. Logo após, são realizados mais três testes: reading, listening e writing.

Com o objetivo de promover um momento de descontração após os testes, a escola oferece um coffee break, possibilitando a interação entre staff e students. Logo após, acontece o welcome talk para a apresentação de algumas informações sobre as aulas, a escola, atividades extras e lifestyle em Toronto.

Ainda no primeiro dia rola um walking tour para apresentar as atrações próximas à escola. Após o almoço, os alunos retornam para receberem o schedule de aulas (core A ou B) e o número da sala. A EC apresenta oito níveis de ensino e os alunos são posicionados de acordo com o grau de conhecimento apresentado no teste de nivelamento.

Cronograma de aulas

Independente da carga horária escolhida, todos os alunos terão aulas no período matutino e vespertino em dias alternados. (Ex: segunda de manhã, terça à tarde…) Para alunos que cursam o programa semi-intensivo, acrescenta-se uma hora e trinta minutos de aulas alternativas de acordo com cada nível. Essas aulas são chamadas ‘elective classes’.

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Algo que me chamou bastante atenção é que a EC oferece também free classes todos os dias e um plano de aula é exposto no mural informando horários, salas e temas a serem abordados. Ou seja, não tem desculpa para não aprender, certo?

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Aulas, professores e alguns detalhes

A EC oferece um ambiente bem moderninho com lousa digital em todas as salas. As aulas são dinâmicas e descontraídas, tendo como meta o desenvolvimento do speaking – habilidade de conduzir uma conversa sobre qualquer assunto. A cada seis semanas todos os alunos realizam um teste e dependendo do desempenho, podem ‘level up’ – mudar de nível.

Toda semana acontece o ‘reading circle’. Os professores entregam parte de uma história (respeitando o nível de cada sala) e uma “tarefa” a ser realizada. Cada aluno recebe uma missão diferente, por exemplo: resumir a história, comparar com fatos reais, discutir o significado de vocabulário desconhecido e por aí vai… A história deve ser lida com antecedência e em sala rola uma discussão a respeito. É trabalhoso, mas extremamente enriquecedor!

Todos os professores são qualificados pelo CELTA, que nada mais é que um exame internacional específico para professores de língua inglesa. Devido ao fato de Toronto ser uma cidade multicultural, grande parte do corpo docente não é de origem canadense e alguns até estudaram na própria EC e construíram carreira lá mesmo.

A EC apresenta uma atmosfera superdescontraída e a relação entre staff e alunos é geralmente bem amigável. Essa escola disponibiliza também vários cursos, como: Inglês geral, Inglês para negócios, preparatórios para exames e muitos outros… Clique aqui para saber mais.

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Não é novidade para ninguém que o Inglês abre portas e atualmente é um pré-requisito para admissão em qualquer área. Quando estudamos em outro país, encontramos pessoas de todos os lugares do mundo e isso nos permite entender que através do idioma podemos encurtar distâncias e a EC está de portas abertas para ajudar no que for preciso.

PS: A EC foi a minha segunda experiência de estudar Inglês no exterior. Meu primeiro contato com uma escola para estrangeiros foi com a ELS Language Centers em Nova York. Quer saber como foi? ENTÃO CLIQUE AQUI!!!